Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Suécia enviará armamentos e US$ 52 milhões à Ucrânia

© REUTERS / TT News Agency/ Soren AnderssonMilitares das Forças Armadas da Suécia na ilha de Gotlândia, Suécia.
Militares das Forças Armadas da Suécia na ilha de Gotlândia, Suécia. - Sputnik Brasil, 1920, 28.02.2022
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A Suécia enviará à Ucrânia US$ 52 milhões (R$ 268 milhões) e diversos equipamentos militares, disse a ministra das Relações Exteriores sueca, Ann Linde.
O fornecimento de material militar às Forças Armadas da Ucrânia foi confirmado pela chanceler em suas redes sociais. A assistência militar da Suécia inclui 5 mil armas antitanque e 5 mil capacetes e coletes à prova de balas, além de 135 mil rações de campo.
Através do Fundo Europeu para a Paz, a UE [União Europeia] providenciará 500 milhões de euros [R$ 2,89 bilhões] em apoio à Ucrânia. Forneceremos equipamentos militares letais e não letais às Forças Armadas da Ucrânia.
Ann Linde acrescentou que o valor total que seu país destinou até agora é de cerca de US$ 140 milhões (R$ 722 milhões).
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, anunciou na madrugada de 24 de fevereiro o lançamento de uma operação especial na Ucrânia, alegando que as repúblicas populares de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL), já reconhecidas pelo Kremlin como Estados soberanos, solicitaram ajuda contra a agressão de Kiev.
Soldados ucranianos na região de Lugansk, Ucrânia, 24 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.02.2022
Panorama internacional
Quinto dia da operação russa de desmilitarização da Ucrânia
Um dos objetivos fundamentais da ação, segundo Putin, é a "desmilitarização e desnazificação" do país vizinho. O chefe de Estado russo ameaçou processar os autores de "vários crimes sangrentos contra civis" e pediu aos soldados e civis na Ucrânia que não resistissem à operação.
O Ministério da Defesa russo assegurou que os ataques militares não são dirigidos para cidades ucranianas ou põem em perigo a população civil, mas procuram desativar a infraestrutura de guerra.
A Ucrânia rompeu relações diplomáticas com a Rússia, impôs lei marcial em todo o território nacional, além de toque de recolher em Kiev e outras cidades, decretou mobilização geral e instou a comunidade internacional a ativar "todas as sanções possíveis" contra o líder russo.
Estados Unidos, Canadá, Japão, União Europeia e alguns outros Estados ativaram baterias de sanções individuais e setoriais contra a Rússia.
© REUTERS / CARLO ALLEGRISessão emergencial do Conselho de Segurança da ONU após a Rússia ter reconhecido a independência das repúblicas de Donbass, Nova York, 21 de fevereiro de 2022
Sessão emergencial do Conselho de Segurança da ONU após a Rússia ter reconhecido a independência das repúblicas de Donbass, Nova York, 21 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.02.2022
Sessão emergencial do Conselho de Segurança da ONU após a Rússia ter reconhecido a independência das repúblicas de Donbass, Nova York, 21 de fevereiro de 2022. Foto de arquivo
Pela primeira vez, os bloqueios econômicos atingiram o presidente Vladimir Putin e o ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov.
As sanções determinam a desconexão parcial da Rússia ao sistema SWIFT, o fechamento do espaço aéreo para as companhias de aviação russas e a paralisia das reservas internacionais do Banco Central da Rússia.
No domingo (27), Putin ordenou que as forças estratégicas de dissuasão com armas nucleares da Rússia fossem colocadas em alerta diante do que ele chamou de sanções ilegítimas e declarações agressivas dos principais países da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
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