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Moscou: Estrasburgo ignorou morte de civis por esquadrões ucranianos no Donbass por 8 anos

© Sputnik / Sergey Averin / Abrir o banco de imagensNa linha de contato em Donbass
Na linha de contato em Donbass - Sputnik Brasil, 1920, 26.02.2022
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A Rússia pediu repetidamente ao Ocidente que prestasse atenção e investigasse casos de violações de direitos humanos e crimes de guerra cometidos por grupos neonazistas contra a população de língua russa na região de Donbass após o golpe de 2014.
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos em Estrasburgo tem ignorado as milhares de vítimas civis dos esquadrões da morte ucranianos de Donbass desde há oito anos, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova.
"Nos últimos oito anos, Estrasburgo não teve coragem de condenar a política criminosa do regime nacionalista de Kiev, que cometeu genocídio contra o povo de Donbass. Preferiu fechar os olhos às atrocidades cometidas por esquadrões da morte ucranianos que deixaram milhares de civis mortos", disse Zakharova.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, aparece em uma tela de televisão no mercado de ações em Frankfurt, Alemanha, sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 26.02.2022
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O que Putin quis dizer com 'desnazificação' da Ucrânia e por que é tão importante?
A declaração vem dias depois que o presidente russo, Vladimir Putin, anunciou o início de uma operação militar para proteger as repúblicas populares de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL) com o objetivo de "desmilitarizar e desnazificar" a Ucrânia. Por "desnazificar" o líder quis dizer libertar a Ucrânia dos esquadrões neonazistas que vêm impondo sua ideologia no país desde o golpe de 2014 apoiado pelo Ocidente.
Em seu discurso à nação, Putin disse que a Rússia não teve outra escolha depois de receber um pedido de assistência militar da RPD e RPL em meio à intensificação dos bombardeios pelas forças de Kiev. O Ministério da Defesa russo disse que a operação tem como alvo apenas a infraestrutura militar da Ucrânia, enquanto a população civil não está em perigo. Moscou enfatizou que não tem planos de ocupar o país.
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