Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Biden e Putin concordaram em criar cúpula em Paris para discutir situação na Ucrânia, diz Macron

© AP Photo / Vadim GhirdaUm soldado ucraniano entra em uma casa destruída perto da vila de Krymske, na na autoproclamada República Popular de Lugansk (RPL), em 19 de fevereiro de 2022
Um soldado ucraniano entra em uma casa destruída perto da vila de Krymske, na na autoproclamada República Popular de Lugansk (RPL), em 19 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 20.02.2022
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Os presidentes dos EUA, Joe Biden, e da Rússia, Vladimir Putin, concordaram com a realização de uma cúpula proposta pelo presidente francês Emmanuel Macron para expor questões relacionadas a estabilidade e segurança estratégicas na Europa, segundo um comunicado do Palácio Elysée, neste domingo (20).
De acordo com a nota, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, devem se reunir na próxima quinta-feira (24) para iniciar o esforço diplomático.

"[A cúpula] só poderá ser realizada com a condição de que a Rússia não invada a Ucrânia", diz o comunicado.

O texto afirma ainda que Macron se comprometeu com ambas as partes em contribuir na preparação do conteúdo das discussões.
A proposta do presidente francês foi feita aos líderes separadamente, em ligações telefônicas, neste domingo (20).
Macron conversou com Putin por cerca de 105 minutos. Na ligação, o presidente russo afirmou que os EUA e a OTAN deveriam "levar a sério as demandas russas por garantias de segurança".
Com Biden, o tempo da chamada foi de apenas 15 minutos, no início do dia.
O primeiro-ministro britânico Boris Johnson e o chanceler alemão Olaf Scholz também receberam telefonemas de seu colega francês.
A tentativa de esfriar a escalada bélica na Ucrânia ocorre no momento mais tenso desde o início dos conflitos em Donbass.
As repúblicas autoproclamadas de Donetsk (RPD) e Lugansk (RPL) têm relatado ataques de Kiev na região desde a última sexta-feira (18). Segundo as autoridades, as forças ucranianas têm usado armamentos proibidos pelos Acordos de Minsk para bombardear as cidades da região.
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