Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Cerca de 25.000 civis fogem para a Rússia após ataques ucranianos em Lugansk

© AP Photo / Alexei AlexandrovPessoas sentadas dentro de um ônibus esperando para serem evacuadas para a Rússia em meio a crise em Donetsk
Pessoas sentadas dentro de um ônibus esperando para serem evacuadas para a Rússia em meio a crise em Donetsk - Sputnik Brasil, 1920, 18.02.2022
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Cerca de 25.000 civis de Lugansk entraram na Rússia fugindo de bombardeios do governo ucraniano, segundo o Ministério de Situações de Emergência russo.
Os líderes das repúblicas populares de Donetsk e Lugansk anunciaram anteriormente a evacuação de crianças, mulheres e idosos para a Rússia diante de uma iminente ofensiva do Exército ucraniano.
Em Donetsk, há um aviso de que o presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, em breve ordenaria que seus generais invadissem Donetsk e Lugansk.
Os representantes oficiais das repúblicas populares denunciam que o Exército ucraniano está bombardeando Donbass com armas pesadas, violando deliberadamente os acordos de 2020.
O uso de artilharia pesada, acrescentaram, aponta para os preparativos para uma solução militar para o conflito interno que dura desde 2014.
Imagem mostra os destroços do carro explodido perto do prédio do governo, autoproclamada República Popular de Donetsk (RPD), 18 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 18.02.2022
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A situação é agravada em Donbass pelo uso de armas que os Estados Unidos e outros países da OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte) enviaram ao governo Zelensky.
Desde abril de 2014, a Ucrânia realiza uma operação militar contra Donbass, onde foram proclamadas as repúblicas populares de Donetsk e Lugansk.
Os Acordos de Minsk, assinados em setembro de 2014 e fevereiro de 2015 com a mediação da Alemanha, França e Rússia, lançaram as bases para uma solução política para o conflito, mas ainda não resultaram na cessação das hostilidades que até agora deixaram mais de 14.000 mortos, segundo estimativas da ONU.
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