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Cientistas registram asteroide de número 10.000 em marco histórico da defesa planetária

© Foto / Pixabay / urikyo33Asteroide (imagem referencial)
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A detecção faz parte do atual projeto de defesa planetária da NASA que monitora objetos perto da Terra (NEO, na sigla em inglês) que poderiam causar algum tipo de risco ao nosso planeta.
De acordo com o Centro de Estudo de Objetos Perto da Terra do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) da NASA, esse registro histórico é de asteroides de tamanho médio a grande, com diâmetro superior a 140 metros, capazes de causar algum estrago na superfície da Terra.
A 10.000ª detecção aconteceu no dia 6 de fevereiro e de lá pra cá o sistema de monitoramento continua em atividade 24 horas por dia.
Segundo dados do JPL, a maioria dos registros feitos diariamente são de asteroides de pequeno porte, que se estiverem em rota de colisão com o nosso planeta, provavelmente seriam destruídos ao entrarem na atmosfera. Contando os pequenos asteroides, o número supera os 28.000.
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A principal preocupação dos astrônomos é com os asteroides gigantes de diâmetro maior que 1.000 metros, que, caso entrem em rota de colisão com a Terra, poderiam destruir cidades. Dos 10.000 registros de asteroides de médio e grande porte, apenas 888 são considerados gigantes.
A NASA acredita ter detectado todos os asteroides capazes de gerar danos catastróficos na Terra que passaram a uma distância de pelo menos 195.000 quilômetros do Sol. O mesmo não pode ser dito com os corpos celestes considerados médios, com diâmetro entre 140 e 1.000 metros, a agência espacial acredita que tenha detectado apenas 40%.
O objetivo é ser capaz de detectar ao menos 90% nos próximos anos. Dois novos projetos de auxílio nessa monitorização serão iniciados em 2023 e 2026: o Observatório Vera C. Rubin, no Chile, e o lançamento do telescópio espacial chamado Objetos Perto da Terra Surveyor (Near-Earth Object Surveyor, em inglês), respectivamente.
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