Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Porta-voz do Kremlin: Putin está 'disposto a negociar' garantias de segurança com os EUA

© REUTERS / Thibault Camus / PoolEm Moscou, o presidente russo Vladimir Putin gesticula em coletiva de imprensa após encontro com o presidente francês Emmanuel Macron, em 7 de fevereiro de 2022
Em Moscou, o presidente russo Vladimir Putin gesticula em coletiva de imprensa após encontro com o presidente francês Emmanuel Macron, em 7 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 14.02.2022
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O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que o presidente russo, Vladimir Putin, está pronto para conversar sobre as garantias de segurança e a situação na Ucrânia.
"Em primeiro lugar, o presidente Putin sempre exigiu negociações e diplomacia. Na verdade, ele iniciou a questão das garantias de segurança para a Rússia", disse Peskov à CNN, na noite desta segunda-feira (14).
"O presidente Putin está disposto a negociar", completou, em seguida.
Mais cedo, o presidente Putin aprovou conceitualmente o rascunho do Ministério das Relações Exteriores das respostas de Moscou sobre as propostas de garantias de segurança, confirmou o Kremlin à Sputnik .
© Sputnik / Sergei Guneev / Abrir o banco de imagensPorta-voz do presidente russo Vladimir Putin, Dmitry Peskov
Porta-voz do presidente russo Vladimir Putin, Dmitry Peskov - Sputnik Brasil, 1920, 14.02.2022
Porta-voz do presidente russo Vladimir Putin, Dmitry Peskov. Foto de arquivo
O ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, disse ao presidente da Rússia que a resposta de Washington às principais questões das propostas de Moscou seria negativa.
Segundo Lavrov, a OTAN (Organização do Tratado Atlântico Norte) quer determinar por si mesma o desenvolvimento da situação no continente europeu, enquanto o conceito de segurança indivisível é diferente do que o Ocidente está tentando apresentar.
Em um pronunciamento na parte da manhã, Dmitry Peskov classificou as relações EUA-Rússia "em um nível muito baixo".
Ainda hoje (14), o conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, informou aos legisladores dos EUA sobre a situação da Ucrânia e a oferta de Washington de fornecer a Kiev US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,2 bilhões) em garantias de empréstimos para aliviar as preocupações de guerra no país.
Enquanto isso, o Departamento de Estado dos EUA disse que Washington está "intensificando os esforços para deter a Rússia e impor custos caso Moscou decida prosseguir com a ação militar".
© REUTERS / Evelyn HocksteinAssessor de Segurança Nacional dos EUA Jake Sullivan durante a visita do presidente Joe Biden ao Escritório do Diretor de Inteligência Nacional, Virgínia, EUA, 27 de julho de 2021
Assessor de Segurança Nacional dos EUA Jake Sullivan durante a visita do presidente Joe Biden ao Escritório do Diretor de Inteligência Nacional, Virgínia, EUA, 27 de julho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 14.02.2022
Assessor de Segurança Nacional dos EUA Jake Sullivan durante a visita do presidente Joe Biden ao Escritório do Diretor de Inteligência Nacional, Virgínia, EUA, 27 de julho de 2021. Foto de arquivo
A situação em torno da Ucrânia piorou nas últimas semanas, com a OTAN levantando preocupações sobre um suposto acúmulo militar russo perto da fronteira ucraniana e pedindo aos aliados que aumentem seu apoio militar a Kiev.
A Rússia rejeitou as alegações de possíveis "ações agressivas" na fronteira ucraniana feitas por líderes ocidentais, indicando que tais alegações são usadas como pretexto para implantar mais equipamentos militares da OTAN perto das fronteiras russas, bem como para cobrir a política de Kiev de sabotar os acordos de Minsk em Donbass.
Sergei Lavrov, chanceler russo, durante reunião com o presidente, Vladimir Putin, no Kremlin, 14 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 14.02.2022
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OTAN tenta fazer com que seja ela a determinar o desenvolvimento de eventos na Europa, diz Lavrov
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