Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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EUA divulgam inteligência sobre Ucrânia para evitar guerra, e não para a provocar, diz Sullivan

© AP Photo / Susan WalshO conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, durante coleitva na Casa Branca, em Washington, em 7 de dezembro de 2021
O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, durante coleitva na Casa Branca, em Washington, em 7 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 13.02.2022
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Os Estados Unidos têm divulgado informação sobre alegado "ataque russo" contra a Ucrânia desde novembro passado para evitar uma guerra e não para provocá-la, afirmou no domingo (13) o assessor de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan.

"Não estamos apresentando esta informação para iniciar uma guerra, que aconteceu no passado [...] Estamos apresentando esta inteligência para parar uma guerra, e acho que isso dá-lhe fundamentalmente, desde o início, um nível diferente de credibilidade", disse Sullivan em entrevista à CNN, quando solicitado a apresentar provas em apoio das alegações americanas sobre "uma invasão russa".

Ao mesmo tempo, o assessor disse que não pode prever a data exata do início do potencial ataque russo, após o presidente Joe Biden alegadamente ter dito aos aliados que isso aconteceria no dia 16 de fevereiro.

"Não podemos prever exatamente o dia, mas agora temos dito há algum tempo que estamos na janela [da possibilidade] e que uma invasão poderia começar, uma grande ação militar poderia começar pela Rússia na Ucrânia a qualquer momento", continuou.

Ex-congressista americana Tulsi Gabbard - Sputnik Brasil, 1920, 13.02.2022
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"Isso inclui a semana que vem, até o final das Olimpíadas. Certamente, isso pode acontecer após os Jogos Olímpicos. Ou, isso ainda é possível, a Rússia pode escolher a via diplomática."
A Rússia nega todos os alegados planos a respeito do país vizinho e qualifica as disputas sobre uma guerra iminente de histeria artificialmente promovida pelo Ocidente.
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