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'Anglo-saxões precisam de guerra a todo o custo': Rússia condena 'ambições imperiais' dos EUA

© Sputnik / Aleksei DanichevGrande Palácio e catedral no Kremlin de Moscou, Rússia
Grande Palácio e catedral no Kremlin de Moscou, Rússia - Sputnik Brasil, 1920, 12.02.2022
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Moscou atacou as "provocações" da Casa Branca, depois que os EUA enviaram milhares de soldados à Polônia e um alto funcionário da administração de Joe Biden referiu supostos planos da Rússia contra a Ucrânia.
Maria Zakharova, representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, voltou a criticar as ações dos EUA, que enviaram 3.000 militares à Polônia.
"A histeria da Casa Branca é mais reveladora do que nunca. Os anglo-saxões precisam da guerra, a todo o custo. As provocações, desinformação e ameaças são o método preferido de resolução de seus próprios problemas", segundo ela.
Além do destacamento de militares à Polônia, Zakharova comentou as declarações de Jake Sullivan, assessor de segurança nacional do presidente dos EUA, sobre supostos planos da Rússia em relação à Ucrânia.
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"O rolo compressor da máquina político-militar está pronto para atingir de novo a vida das pessoas. O mundo inteiro observa como o militarismo e as ambições imperiais se autodenunciam", continuou.

Zakharova também disse que "a brigada propagandística liderada pela [agência norte-americana] Bloomberg abastece tudo isso", em aparente referência à "notícia" de segunda-feira (7) da agência, que publicou durante meia hora um artigo dizendo que a "Rússia invadiu a Ucrânia".

Nos últimos meses, países ocidentais têm acusado a Rússia de pretender invadir a Ucrânia, citando a proximidade de tropas russas da fronteira com seu vizinho. Já Moscou responde que tem todo o direito de movimentar seus militares no seu próprio território, que essas ações não devem preocupar ninguém, e questiona a crescente presença militar da OTAN no Leste Europeu, incluindo na Ucrânia, que não é Estado-membro da Aliança Atlântica.
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