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Explosão gerada pela erupção do vulcão Tonga afetou a ionosfera, diz NASA

© REUTERS / CIRA / NOAA / HandoutErupção de vulcão subaquático em Tonga às 02h00, horário de Brasília, de 15 de janeiro de 2022
Erupção de vulcão subaquático em Tonga às 02h00, horário de Brasília, de 15 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 07.02.2022
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A energia liberada pelo vulcão subaquático provocou tsunamis, pôde ser ouvida a milhares de quilômetros de distância e enviou ondas até a parte mais distante da atmosfera.
A informação foi divulgada pelo Laboratório de Propulsão a Jato da NASA. Quando o vulcão Hunga Tonga-Hunga Haapai entrou em erupção no dia 15 de janeiro, no oceano Pacífico, foi criada uma explosão equivalente a força de 4 a 18 toneladas de dinamite, segundo o geólogo da NASA, Jim Garvin. Essa enorme liberação de energia criou ondas acústicas capazes de serem registradas na ionosfera.
A erupção também causou um tsunami que foi potencializado pelo aumento da pressão atmosférica criada pelas ondas da explosão, fenômeno chamado de tsunami meteorológico.

"Essa explosão produziu uma onda de choque acústica forte o suficiente para perturbar a ionosfera, a camada externa da atmosfera que começa a cerca de 80 a 90 quilômetros acima da superfície da Terra e contém elétrons ionizados pela energia do Sol", informou a NASA no comunicado.

Foi justamente analisando os elétrons que os cientistas conseguiram determinar a perturbação. Um sistema especial da agência espacial controla a densidade de elétrons na ionosfera fazendo o rastreamento do atraso nos serviços de GPS que viajam pela atmosfera.
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Inclusive esse tipo de recurso pode vir a ser usado em conjunto com aparelhos que emitem alertas de segurança de tsunami, para aumentar a efetividade dos sistemas e fazer com que as populações em áreas de risco consigam ser evacuadas com mais rapidez.
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