VÍDEO mostra militares dos EUA aterrissando na Alemanha para 'dissuadir’ a Rússia

© REUTERS / Exército dos EUA / Especialista Joshua Cowden / HandoutMilitares do 18º Corpo Aerotransportado do Exército dos EUA chegam como parte de um novo contingente de forças do Exército dos EUA a Wiesbaden, Alemanha, 4 de fevereiro de 2022
Militares do 18º Corpo Aerotransportado do Exército dos EUA chegam como parte de um novo contingente de forças do Exército dos EUA a Wiesbaden, Alemanha, 4 de fevereiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 06.02.2022
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Militares do 18º Corpo Aerotransportado do Exército dos EUA foram os primeiros de um contingente de 2.000 tropas enviados à Europa em meio à crise em torno da Ucrânia.
Efetivos do 18º Corpo Aerotransportado do Exército dos EUA aterrissaram na sexta-feira (4) no aeródromo da Base de Wiesbaden, Alemanha, os primeiros de um contingente militar de 2.000 soldados enviados da base militar Fort Bragg, Carolina do Norte, EUA, revelou um vídeo.
O reforço militar e o pessoal dos aviões de transporte foram vistos descarregando mochilas e veículos em solo alemão.
Trata-se de uma ação anunciada na terça-feira (1º) por John Kirby, porta-voz do Pentágono. Do total, 1.700 militares, pertencentes à 82ª Divisão Aerotransportada do Exército norte-americano, serão destacados na Polônia, enquanto os restantes ficarão na Alemanha. Não há planos para o envio de tropas à Ucrânia.
O objetivo do destacamento é a "dissuasão e defesa contra qualquer agressão" de Moscou, segundo a Casa Branca, que garante que a Rússia planeja um ataque à Ucrânia. Os EUA defendem o direito da Ucrânia de escolher se juntar à OTAN, enquanto a Rússia considera isso uma ameaça existencial à sua segurança.
A Rússia nega ter intenções agressivas contra a Ucrânia, referindo que tem todo o direito de movimentar tropas dentro do seu próprio território, e que tem de se proteger do aumento da atividade militar da OTAN no Leste Europeu. Para reduzir as tensões, o Kremlin propõe criar uma zona livre de atividades militares nas proximidades entre a Rússia e a OTAN, e que a última não se expanda para leste. No entanto, as negociações nesse sentido até agora não têm corrido bem.
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