Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Ucrânia nunca combaterá contra Belarus e, se o fizer, guerra demorará poucos dias, diz Lukashenko

© REUTERS / Andrei Stasevich / BelTA / HandoutAleksandr Lukashenko, presidente belarrusso, durante discurso anual à nação e Assembleia Nacional em Minsk, Belarus, 28 de janeiro de 2022
Aleksandr Lukashenko, presidente belarrusso, durante discurso anual à nação e Assembleia Nacional em Minsk, Belarus, 28 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 05.02.2022
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O presidente belarrusso rejeitou a ideia de que a Ucrânia possa entrar em guerra contra Belarus, dizendo que, se isso acontecer, o conflito "durará um máximo de três-quatro dias".
A Ucrânia nunca entrará em guerra contra Belarus pois não tem como ganhar, afirmou no sábado (5) Aleksandr Lukashenko, presidente belarrusso.
"A Ucrânia nunca entrará em guerra conosco. Essa guerra durará um máximo de três-quatro dias. Não terão lá ninguém para combater contra nós. Aqueles que são lá mostrados com metralhadoras, elas parecem feitas de madeira. A forma como treinam, então vamos com você para a sala ao lado e filmamos o treinamento em um celular e o mostramos", disse Lukashenko em entrevista no canal Solovyov Live no YouTube.
O presidente da Belarus acrescentou que "não vale a pena combater conosco, antes de mais com a Rússia".
Bandeira de Belarus (imagem de referência) - Sputnik Brasil, 1920, 01.02.2022
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"Não estamos falando de armas nucleares ou semelhantes, mas é melhor não nos tocarem. Não nos toquem!", advertiu o alto responsável belarrusso.
As tensões têm aumentado no Leste Europeu em meio ao que os países ocidentais dizem ser uma mobilização militar da Rússia para invadir a Ucrânia. Moscou responde que tem todo o direito de movimentar tropas dentro de seu próprio território, e que isso é uma resposta à militarização das fronteiras perto da Rússia. Para resolver a questão, o Kremlin propõe retirar militares e armamento das proximidades entre a Rússia e a OTAN, e parar a expansão do bloco militar.
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