Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta sexta-feira, 28 de janeiro

© REUTERS / EDGARD GARRIDOPresidente eleita de Honduras, Xiomara Castro, e seu esposo Manuel Zelaya chegando à cerimônia de posse em Tegucigalpa, Honduras, 27 de janeiro de 2022
Presidente eleita de Honduras, Xiomara Castro, e seu esposo Manuel Zelaya chegando à cerimônia de posse em Tegucigalpa, Honduras, 27 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.01.2022
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Bom dia! A Sputnik Brasil está acompanhando as matérias mais relevantes desta sexta-feira (28), marcada pela chamada telefônica entre Biden e Zelensky sobre a crise em torno da Ucrânia, pela posse da primeira presidente mulher de Honduras e pelo memorando do Pentágono para investigar falhas nas operações militares dos EUA no estrangeiro.

STF determina que Bolsonaro preste depoimento nesta sexta sobre vazamento de inquérito

Ontem (27), o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou que o presidente Jair Bolsonaro preste depoimento na apuração sobre o vazamento de documentos sigilosos em uma de suas lives nas redes sociais. Por ordem de Moraes, o depoimento deve ser prestado no início da tarde, em forma presencial, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. O sigilo da investigação foi retirado, e após o interrogatório, o inquérito será concluído pela PF. A investigação foi iniciada após o chefe da República ter divulgado nas redes sociais documentos sigilosos de um inquérito não concluído sobre ataques ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral. A Advocacia-Geral da União apresentou um pedido de Bolsonaro para não depor, mas foi negado.
© REUTERS / ADRIANO MACHADOPresidente Jair Bolsonaro antes da missa no 7º dia em homenagem à sua mãe em Brasília, 27 de janeiro de 2022
Presidente Jair Bolsonaro antes da missa no 7º dia em homenagem à sua mãe em Brasília, 27 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.01.2022
Presidente Jair Bolsonaro antes da missa no 7º dia em homenagem à sua mãe em Brasília, 27 de janeiro de 2022

Integrantes do governo Bolsonaro são acusados de racismo contra especialista em segurança

Nesta quinta-feira (27), assessores e outros integrantes do governo federal foram acusados de racismo por uma especialista em segurança pública. Carolina Soares, mestranda em Sociologia pela Universidade de São Paulo e especialista em direitos humanos, pediu ontem (27) ao Twitter que retire postagens feitas por membros do governo Bolsonaro. Em particular, Tércio Arnaud Tomaz, assessor presidencial, postou uma imagem de Carolina e rodeou com uma linha vermelha a identificação dela como especialista em segurança pública. A publicação acabou levando a comentários de usuários do Twitter, bem como de colegas do governo, sendo alguns comentários considerados racistas. Carolina contou receber ameaças por conta da repercussão do assunto, e expressou que a postagem foi "um desrespeito intelectual, misógino e racista", cita suas palavras o portal UOL.

Em telefonema, Biden diz a Zelensky que EUA vão prestar mais apoio econômico para a Ucrânia

O presidente americano, Joe Biden, teve uma conversa telefônica com o presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, nesta quinta-feira (27). Biden disse que os Estados Unidos estão procurando apoio macroeconômico adicional e ajuda humanitária para a Ucrânia em meio às tensões com a Rússia, informou a Casa Branca. "Os líderes discutiram os esforços diplomáticos coordenados em relação à segurança europeia, ressaltando o princípio de 'Nada sobre a Ucrânia sem a Ucrânia'", segundo o comunicado. Além disso, o mandatário americano confirmou o apoio dos EUA à resolução da crise ucraniana através do Formato de Normandia e expressou sua esperança que isso também contribua para o avanço da aplicação dos Acordos de Minsk. Por sua vez, Zelensky escreveu no Twitter sobre os resultados das conversas: "Discutimos os recentes esforços diplomáticos sobre a desescalada e acordamos ações conjuntas para o futuro. Agradeci ao presidente Joe Biden pela assistência militar em curso. Possibilidades de apoio financeiro à Ucrânia foram também abordadas".
© REUTERS / Serviço da Presidência da UcrâniaPresidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, durante conversa telefônica com o presidente dos EUA, Joe Biden, Kiev, 27 de janeiro de 2022
Presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, durante conversa telefônica com o presidente dos EUA, Joe Biden, Kiev, 27 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.01.2022
Presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, durante conversa telefônica com o presidente dos EUA, Joe Biden, Kiev, 27 de janeiro de 2022

Xiomara Castro toma posse, virando 1ª presidente de Honduras

A primeira presidente de Honduras, Xiomara Castro, oficialmente empossada na quinta-feira (27), anunciou aos cidadãos sobre os passos do governo para recuperar a economia do país. "Juro ser leal à República, observar e manter a Constituição e suas leis", disse Castro durante a cerimônia de posse. O ex-presidente Juan Orlando Hernández (2014-2022) esteve ausente no evento, rompendo o protocolo mantido desde o ano de 1981. Entre os participantes da cerimônia estava a vice-presidente americana, Kamala Harris, à qual a recém-empossada agradeceu pela disposição de Washington de cooperar na luta contra a corrupção na nação da América Central. As relações entre Washington e Tegucigalpa ficaram tensas com as denúncias de corrupção contra o presidente hondurenho cessante, bem como por supostos vínculos com narcotraficantes. Castro, então candidata do Partido Livre, ganhou a eleição presidencial em novembro de 2021.
© REUTERS / Erin SchaffVice-presidente dos EUA, Kamala Harris, e presidente de Honduras, Xiomara Castro, durante reunião bilateral no palácio presidencial em Tegucigalpa, Honduras, 27 de janeiro de 2022
Vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, e presidente de Honduras, Xiomara Castro, durante reunião bilateral no palácio presidencial em Tegucigalpa, Honduras, 27 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 28.01.2022
Vice-presidente dos EUA, Kamala Harris, e presidente de Honduras, Xiomara Castro, durante reunião bilateral no palácio presidencial em Tegucigalpa, Honduras, 27 de janeiro de 2022

Chefe do Pentágono ordena investigações sobre morte de civis em ataques dos EUA

Nesta quinta-feira (27), o secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin, emitiu um memorando ordenando investigar as mortes de civis em decorrência das operações militares dos EUA. "Vamos revisar as formas como avaliamos incidentes que possam ter resultado em danos civis, reconhecer o dano que resultou desses incidentes para os civis e incorporar lições aprendidas no planejamento e execução de futuras operações de combate e em nossas táticas, técnicas e procedimentos", disse ele em documento enviado aos oficiais de defesa sêniores. A ordem dá 90 dias para investigar e apresentar recomendações a fim de corrigir as falhas dos militares americanos que resultaram em vítimas no extrangeiro. Em dezembro, o The New York Times relatou sobre milhares de civis no Iraque, Síria e Afeganistão, incluindo crianças, que faleceram na sequência dos ataques aéreos de Washington conduzidos com alvos imprecisos e "inteligência profundamente defeituosa".
© AFP 2022 / ANNA MONEYMAKERSecretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin
Secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin - Sputnik Brasil, 1920, 28.01.2022
Secretário da Defesa dos EUA, Lloyd Austin

Confronto fronteiriço se reacende entre Tajiquistão e Quirguistão

Duas pessoas morreram e mais dez ficaram feridas, incluindo seis soldados, durante um confronto nesta quinta-feira (27) na fronteira Tajiquistão-Quirguistão, informou hoje, sexta-feira (28) o Comitê de Segurança Nacional tajique. As autoridades detalharam que um morto era o condutor da ambulância e o outro - um residente local. Atualmente, a situação na fronteira "é estável, a comissão conjunta de órgãos competentes de ambas as partes estão estudando as causas e fatores do conflito fronteiriço", de acordo com a entidade. Segundo a Guarda de Fronteiras quirguiz, os lados acordaram um cessar-fogo total na fronteira. Além disso, em resultado das negociações, os países concordaram em retirar as forças adicionais enviadas para a fronteira e em realizar patrulhas conjuntas nas regiões fronteiriças para evitar mais conflitos.
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