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EUA apresentam nova legislação para aumentar competitividade com China

© REUTERS / Hyungwon KangBandeiras da República Popular da China e dos EUA em um poste de iluminação perto do Capitólio dos EUA, em Washington, EUA, 18 de janeiro de 2011
Bandeiras da República Popular da China e dos EUA em um poste de iluminação perto do Capitólio dos EUA, em Washington, EUA, 18 de janeiro de 2011 - Sputnik Brasil, 1920, 26.01.2022
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Os líderes da Câmara dos Representantes dos EUA apresentaram no dia 25 de janeiro uma nova legislação destinada a aumentar a competitividade com a China nos âmbitos econômico e de segurança nacional.
A legislação de 2022 vai tentar aliviar os gargalos na cadeia de suprimentos, em produtos como os semicondutores, e tentar trazer de volta os empregos nas indústrias dos EUA, disse Joe Biden.
A legislação exige avaliações das relações e influência da China no mundo, incluindo uma revisão semestral dacooperação da China com o Irã e a Rússia em diversas áreas como a energia, setor bancário, espaço e defesa.

"A Câmara deu um passo importante hoje ao promover uma legislação que vai fortalecer nossas cadeias de suprimento e revitalizar o motor da inovação de nossa economia para superar a China e o resto do mundo nas próximas décadas", afirmou o presidente norte-americano.

O projeto de lei exige uma revisão semestral da influência da China no Oriente Médio e África em termos de cooperação militar.
Isso elevaria a liderança dos EUA nos fóruns internacionais e em temas mundiais a fim de combater os esforços da China para minar as regras globais, afirmou o presidente do Comitê de Assuntos Exteriores da Câmara dos Representantes, Gregory Meeks.
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O projeto de lei também criaria um fundo de chips de semicondutores de US$ 52 bilhões (R$ 283 bilhões) para incentivar os investimentos do setor privado, de maneira a minorar as interrupções da cadeia de suprimento e a produzir mais semicondutores a nível nacional.
Além disso, a legislação autorizaria ainda a alocação de US$ 45 bilhões (R$ 245 bilhões), destinados a melhorar as cadeias de suprimentos dos EUA e a evitar a escassez de bens críticos, ao garantir que sejam fabricados mais bens deste tipo no país.
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