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Austrália reconhece vacina russa Sputnik V contra COVID-19 como comprovante de imunização

© Sputnik / Павел ЛисицынМедицинский работник держит в руке флакон с вакциной "Спутник Лайт" в прививочном кабинете поликлиники ЦГБ No3 в Екатеринбурге.
Медицинский работник держит в руке флакон с вакциной Спутник Лайт в прививочном кабинете поликлиники ЦГБ No3 в Екатеринбурге. - Sputnik Brasil, 1920, 17.01.2022
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A agência reguladora australiana observou que o reconhecimento da vacina russa Sputnik V "ampliará as opções" para os estudantes internacionais, trabalhadores, empresários e esportistas de elite.
A Administração de Produtos Terapêuticos da Austrália anunciou nesta segunda-feira (17) que as duas doses da vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 foram reconhecidas como comprovante de vacinação para os turistas internacionais que chegarem ao país.

"Hoje, a TGA determinou que mais uma vacina contra a COVID-19, com o curso de duas doses, do Instituto Gamaleya [Sputnik V, da Rússia] vai ser totalmente reconhecida como comprovante de vacinação para os turistas", comunicou a TGA.

Segundo o comunicado, o reconhecimento da vacina ocorreu após ser obtida informação adicional que comprova que a vacina, desenvolvida pelo Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, "proporciona proteção e potencialmente reduz as possibilidades de o turista transmitir a COVID-19" no país ou desenvolver sintomas graves da doença.
"Os dados indicaram que as duas doses da Sputnik V mostram uma eficácia média contra a infecção sintomática de 89% e contra a hospitalização ou morte de 98 a 100%", detalharam.
Ao mesmo tempo, o regulador australiano ressaltou que o reconhecimento da vacina russa "ampliará as opções" para os estudantes internacionais, trabalhadores, empresários e esportistas de elite que cheguem ao território australiano.
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A Sputnik, aprovada em mais de 70 países, foi apresentada no dia 11 de agosto de 2020 como a primeira vacina do mundo registrada contra a COVID-19. A vacina mostrou uma eficácia de 97,6%, conforme os dados de abril de 2021 do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya.
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