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Agência americana revela quais aviões dos EUA podem potencialmente resistir à interferência do 5G

© AP Photo / Mike StewartAeronaves no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta, EUA (imagem de referência)
Aeronaves no Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta, EUA (imagem de referência) - Sputnik Brasil, 1920, 17.01.2022
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Cerca de 45% dos aviões comerciais norte-americanos foram autorizados para aterrissar com baixa visibilidade em cerca de metade dos aeroportos mais afetados pela interferência do 5G, disse a Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos EUA.
A agência determinou no domingo (16) quais modelos de radioaltímetro podem potencialmente ser usados para pousos de baixa visibilidade em caso de interferência do 5G. Dois tipos de dispositivos usados para medir a altitude acima de um nível fixo foram liberados pela FAA.
Isso abre pistas em 48 dos 88 aeroportos mais afetados para uma série de modelos de aeronaves, inclusive Boeing 737, 747, 757, 767 e MD-10/-11 e também Airbus A310, A319, A320, A321, A330 e A350, que juntos constituem cerca de 45% da frota comercial da América.
Esses aviões serão permitidos para aterrissar nos aeroportos listados pela FAA, mesmo em condições de baixa visibilidade. Os restantes aeroportos continuam sendo considerados afetados demais pelas frequências do 5G e aparentemente estariam abertos para aterrissar apenas com bom tempo.
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Recentemente, a FAA manifestou suas preocupações sobre a banda C do 5G (frequência de rádio) potencialmente poder perturbar instrumentos dos aviões, tais como radioaltímetros. Isso levou a negociações entre as companhias de telecomunicações e dirigentes governamentais, enquanto a data de lançamento do 5G, definida inicialmente para dezembro, foi adiada várias vezes. As empresas também concordaram em manter suas torres 5G off-line em torno de dezenas de aeroportos por pelo menos mais seis meses após o lançamento.
As empresas AT&T e Verizon, que estão por trás do desenvolvimento das redes 5G nos EUA, concordaram em adiar sua implantação até 19 de janeiro e criar zonas tampão em torno de 50 aeroportos para reduzir os riscos de interferência.
De acordo com a Reuters, porém, a lista de pistas aprovadas não inclui muitos dos grandes aeroportos dos Estados Unidos. As companhias aéreas de passageiros e de carga dos EUA também consideram que as medidas tomadas até agora são insuficientes.
"Mesmo com as aprovações emitidas pela FAA hoje [domingo, 16 de janeiro], as companhias aéreas dos EUA não serão capazes de operar a grande maioria dos voos de passageiros e carga devido às restrições de voo relacionadas com 5G da FAA, a menos que sejam tomadas medidas antes da implantação prevista para 19 de janeiro", segundo o grupo Airlines for America.
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