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Suíça adere às sanções da UE contra membros de empresa russa

© AP Photo / Olivier MatthysBandeira da UE a meio mastro, em homenagem ao presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, no dia 11 de janeiro de 2022
Bandeira da UE a meio mastro, em homenagem ao presidente do Parlamento Europeu, David Sassoli, no dia 11 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 14.01.2022
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A Suíça aderiu às sanções da União Europeia contra seis pessoas e três entidades supostamente relacionadas com as atividades internacionais da empresa de segurança privada russa Wagner, segundo a Secretaria de Estado da Economia suíça (SECO, na sigla em inglês).
Há um mês, no dia 13 de dezembro de 2021, a UE impôs sanções contra o Grupo Wagner, alegando "graves violações dos direitos humanos" na Ucrânia, Síria, Líbia, República Centro-Africana, Sudão e Moçambique. Além disso, o bloco sancionou o suposto fundador do grupo, Dmitry Utkin.
Em outra resolução, a UE relatou sanções contra três empresas russas de gás - Velada, Mercury e Evro Polis -, por supostamente "apoiarem o regime sírio", e contra dois russos residentes na Síria - Andrei Troshev e Andrei Bogatov -, por supostamente comandarem forças sírias por meio do Grupo Wagner.
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Em outra frente, as medidas foram contra os russos Denis Kharitonov e Sergei Shcherbakov devido ao suposto envio de mercenários do grupo à Ucrânia. Outro sancionado foi o russo Aleksandr Kuznetsov por atividades na Líbia e suposta participação na estrutura de comando.
Um suposto mercenário, Stanislav Dichko, e o conselheiro de segurança do presidente da República Centro-Africana (Faustin-Archange Touadéra) e suposto membro da organização, Valery Zakharov, todos de nacionalidade russa, também figuram na lista dos sancionados.
As medidas incluem a proibição de entrada em países da UE e o congelamento de bens. Anteriormente, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, classificou as sanções contra o Grupo Wagner como "infundadas e ilegítimas".
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