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Pessoas usando máscaras de proteção caminham por rua em Paris, França, 27 de maio de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Arqueólogos descobrem na Espanha cabeça de 2.300 anos exposta como troféu (FOTOS)

© Foto / Museu Arqueológico de CatalunhaCrânio de Olérdola
Crânio de Olérdola - Sputnik Brasil, 1920, 14.01.2022
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Pesquisadores encontraram no leste da Espanha a cabeça cortada de um barão, um evento que poderia ter ocorrido devido à Segunda Guerra Púnica no séc. III a.C.
Foi encontrado em uma jazida da Espanha um crânio datado como tendo mais de 2.000 anos, escreveu na quinta-feira (13) a agência espanhola Europa Press.
Arqueólogos que estavam trabalhando perto de uma das muralhas de Olèrdola, Catalunha, leste da Espanha, para documentar a transição entre iberos e romanos, encontraram cinco fragmentos da parte frontal do crânio, além de cerâmica e ânforas. Os pesquisadores creem que um incêndio em um prédio levou à queda do último, selando o espaço e permitindo a conservação do crânio até hoje.
© Foto / Museu Arqueológico de CatalunhaArqueólogos trabalhando na jazida de Olèrdola, Catalunha, Barcelona
Arqueólogos trabalhando na jazida de Olèrdola, Catalunha, Barcelona - Sputnik Brasil, 1920, 14.01.2022
Arqueólogos trabalhando na jazida de Olèrdola, Catalunha, Barcelona
O crânio encontrado pertencia a um barão entre 18 e 25 anos de idade, que viveu aproximadamente no séc. III a.C., tendo morrido durante o período da Segunda Guerra Púnica (218 a.C. a 201 a.C.), combatida entre Cartagena e Roma. Sua cabeça foi cortada e exposta como troféu ao lado de uma torre defensiva, devido ao seu símbolo de poder, o que a salvou de ser queimada em um rito fúnebre.
A tradição de cortar cabeças foi atribuída às tribos laietanas e indigetes, mas também pode ser observada entre cosetanos. Trata-se da primeira vez que o ritual é encontrado no sul da comunidade autônoma de Catalunha.
"Estamos diante de um monumento nacional", declarou Jusèp Boyà, diretor do Museu Arqueológico de Catalunha.
A preservação de restos dentais permitirá aos cientistas realizarem estudos genéticos para descobrir a origem dos grupos que habitavam a península ibérica entre os séculos IV e I a.C.
O achado está em exibição como parte da exposição "El Enigma Íbero" (O Enigma Ibérico, na tradução) do Museu Arqueológico de Catalunha até domingo (16), e mais tarde fará parte de uma coleção de quase 40 cabeças decapitadas da instituição.
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