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Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 13 de janeiro

© AP Photo / Patrick SemanskyPresidente norte-americano, Joe Biden, em Atlanta, 11 de janeiro de 2022
Presidente norte-americano, Joe Biden, em Atlanta, 11 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.01.2022
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Bom dia! A Sputnik Brasil está acompanhando as matérias mais relevantes desta quinta-feira (13), marcada pela reunião da OSCE em Viena após negociações entre OTAN e Rússia, pelas novas sanções americanas contra a Coreia do Norte e pela ratificação do acordo de céus abertos entre o Cazaquistão e os EUA.

Após alerta de escassez, Saúde atribui responsabilidade de comprar testes de COVID-19 a estados e municípios

Nesta quarta-feira (12), a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) alertou que os testes de diagnóstico da COVID-19 no país podem acabar por falta de insumos e disse que, ante os surtos globais da cepa Ômicron, a demanda mundial afeta a capacidade de produção de insumos. Diante da possibilidade de desabastecimento dos estoques, o Ministério da Saúde disse que não é responsável pela aquisição e que a compra dos recursos de diagnóstico cabe aos estados e municípios. Ainda assim, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou em nota que "por conta da pandemia da COVID-19, a pasta tem apoiado os estados com a disponibilização dos testes". Entretanto, o Brasil confirmou mais 138 mortes e 88.464 casos de COVID-19, totalizando 620.419 óbitos e 22.718.606 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.
© REUTERS / LUCAS LANDAUMulher faz teste para a COVID-19 no Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2022
Mulher faz teste para a COVID-19 no Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.01.2022
Mulher faz teste para a COVID-19 no Rio de Janeiro, 12 de janeiro de 2022

'Recondução do criminoso à cena do crime', diz Bolsonaro sobre Lula na Presidência

Durante o evento de lançamento de linhas de crédito para Aquicultura e Pesca no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro falou na possível presidência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o atual chefe do Executivo, a eleição do petista significaria "reconduzir o criminoso à cena do crime" e sua eventual candidatura entregaria o país a "bandidos e canalhas para roubar a liberdade". "Não tenho provas, mas vou falar. Como é que aquele cidadão está conseguindo apoios, apesar de uma vida pregressa imunda? Já loteando ministérios", afirmou Bolsonaro, citado pela Folha, dizendo também que chega a três anos de governo, com dois "em mar revolto", devido à pandemia do coronavírus. Os ataques do presidente ao seu adversário ocorrem no momento em que Lula registra a maior taxa de popularidade. Porém, Bolsonaro recuperou posições após sua internação.
© Folhapress / Antonio MolinaPresidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de lançamento de linhas de crédito para Aquicultura e Pesca, no Palácio do Planalto, 12 de janeiro de 2022
Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de lançamento de linhas de crédito para Aquicultura e Pesca, no Palácio do Planalto, 12 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.01.2022
Presidente Jair Bolsonaro durante cerimônia de lançamento de linhas de crédito para Aquicultura e Pesca, no Palácio do Planalto, 12 de janeiro de 2022

Após Conselho OTAN-Rússia, OSCE se reúne em Viena

As consultas sobre segurança entre os Estados Unidos e a Rússia se realizam hoje (13) em Viena, no quadro da reunião do Conselho Permanente da OSCE, um dia após as negociações entre a OTAN e a Rússia em Bruxelas. Será o primeiro encontro do ano, assistido por todos os 57 países-membros. As delegações da Rússia e da OTAN se reuniram ontem (12) para discutir as propostas de garantias de segurança feitas por Moscou. Ao avaliar os resultados da cúpula, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, disse que a aliança não desistirá de sua política de portas abertas, nem do seu direito de reforçar o número de tropas nas áreas perto da Rússia. Do lado russo, o vice-chanceler Aleksandr Grushko afirmou que a reunião OTAN-Rússia foi aberta e concreta, mas houve múltiplos desacordos. Segundo ele, a cúpula foi principalmente dedicada à análise dos fatores que mais "afetam a degradação da segurança europeia", entre os quais a "expansão constante da OTAN em direção à Rússia". Ele ressaltou que Moscou "não terá "outra escolha" senão implementar uma política de "contra-contenção" e "contra-intimidação" "se não conseguirmos reverter o atual curso de eventos muito perigoso".
© REUTERS / Fred TanneauSecretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, fala com jornalistas junto do Lycée Naval em Brest, França, 12 de janeiro de 2022
Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, fala com jornalistas junto do Lycée Naval em Brest, França, 12 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.01.2022
Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, fala com jornalistas junto do Lycée Naval em Brest, França, 12 de janeiro de 2022

Biden impõe sanções ligadas ao programa de armamento norte-coreano após testes de mísseis

A administração Biden impôs nesta quarta-feira (12) suas primeiras sanções aos programas de armamento da Coreia do Norte, na sequência de uma série de lançamentos de mísseis por Pyongyang. As sanções visam seis cidadãos norte-coreanos, um russo e uma empresa russa que, segundo Washington, foram responsáveis pela aquisição de bens para os programas a partir da Rússia e China. O Departamento de Tesouro norte-americano disse que os passos se destinam tanto a impedir o avanço dos programas militares da Coreia do Norte como a conter as tentativas de disseminar tecnologias de armas. O porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price, afirmou que os Estados Unidos permanecem no entanto comprometidos com a continuação da diplomacia com Pyongyang. "O que nós temos visto nos últimos dias [...] apenas reafirma nossa convicção de que, se quisermos fazer progressos, teremos de nos empenhar nesse diálogo", disse ele durante o briefing.
© REUTERS / KCNALíder norte-coreano, Kim Jong-un, acompanha teste do míssil hipersônico em local não revelado na Coreia do Norte, 11 de janeiro, foto divulgada pela KCNA em 12 de janeiro de 2022
Líder norte-coreano, Kim Jong-un, acompanha teste do míssil hipersônico em local não revelado na Coreia do Norte, 11 de janeiro, foto divulgada pela KCNA em 12 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.01.2022
Líder norte-coreano, Kim Jong-un, acompanha teste do míssil hipersônico em local não revelado na Coreia do Norte, 11 de janeiro, foto divulgada pela KCNA em 12 de janeiro de 2022

Cazaquistão vai ratificar acordo de céus abertos com EUA

Enquanto o primeiro avião internacional, proveniente da Turquia, chegou ao aeroporto de Almaty, que retomou ontem (12) as operações interrompidas devido aos protestos no país, o parlamento do Cazaquistão aprovou o decreto para ratificação do acordo intergovernamental com os Estados Unidos sobre o tráfego aéreo. Em 30 de dezembro de 2019, em Nursultan, o embaixador dos EUA, William H. Moser, e o ministro do Desenvolvimento da Indústria e Infraestrutura, Beibut Atamkulov, assinaram um acordo intergovernamental na área do transporte aéreo. O acordo inclui serviços com capacidade e frequência não limitadas, direitos de rota abertos, um regime de voos liberal e possibilidades de partilha de códigos. O Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Infraestrutura do Cazaquistão afirmou que o documento é o primeiro acordo na história do país que prevê a criação de um regime de céus abertos. A ratificação do documento vai permitir que as companhias aéreas cazaques realizem voos de passageiros com frequência ilimitada para qualquer cidade dos EUA, bem como efetuem voos de carga entre pontos dos EUA e fora do país.
© AP Photo / Ministério da Defesa da RússiaForças de Paz da Rússia deixam aeroporto de Almaty, Cazaquistão, 9 de janeiro de 2022
Forças de Paz da Rússia deixam aeroporto de Almaty, Cazaquistão, 9 de janeiro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 13.01.2022
Forças de Paz da Rússia deixam aeroporto de Almaty, Cazaquistão, 9 de janeiro de 2022

Chefe do FMI avisa sobre novos choques econômicos

O aumento das taxas de juro, destinadas a combater a inflação, pode exacerbar a divergência "perigosa" no progresso econômico entre as economias avançadas e emergentes, disse nesta quarta-feira (12) a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva. Ela afirmou ainda que a inflação não é um fenômeno universal, mas um problema em vários países e especialmente nos Estados Unidos, onde os preços dos produtos de consumo aumentaram 7% nos 12 meses até dezembro, o maior avanço anual em quase quatro décadas. Em um evento organizado pelo Centro para o Desenvolvimento Global, Georgieva confirmou que a Reserva Federal e outros bancos centrais sabem como controlar a inflação, mas deveria ser um ato de equilíbrio delicado, e que "o impacto indireto nos mercados emergentes [...] pode adicionar combustível ao fogo da divergência".
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