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Ameaçado por greve geral, Bolsonaro deve assinar decreto com bônus aos servidores da Receita Federal

© AFP 2021 / Evaristo SAEm Brasília, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro gesticula durante cerimônia no Dia Internacional contra a Corrupção, em 9 de dezembro de 2021
Em Brasília, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro gesticula durante cerimônia no Dia Internacional contra a Corrupção, em 9 de dezembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 29.12.2021
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Sem espaço no orçamento de 2022 para reajustes salariais dos servidores, o governo estuda alternativas para contemplar pelo menos algumas categorias que pleiteiam aumentos.
A partir desta segunda-feira (27), os auditores da Receita Federal entram em greve em todo o país. Com isso, ficam paralisadas ou mais lentas atividades de fiscalização tributária e aduaneira.
Os motivos da greve são a falta de regulamentação do chamado "bônus de eficiência" e os cortes no orçamento do próximo ano, que tiram recursos da área e impedem o reajuste salarial da categoria.
Diante da crise que pode parar as atividades comerciais do país, o presidente Jair Bolsonaro, segundo informações do O Globo, cogita assinar um decreto que dará um bônus aos servidores da Receita Federal.
Prédio da Receita Federal, em Brasília, no dia 8 de março de 2012 - Sputnik Brasil, 1920, 22.12.2021
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Funcionários da Receita entregam cargos de chefia após corte de verba e reajuste a policiais
Segundo o jornal, já foi enviado à Casa Civil a minuta do decreto que regulamenta o bônus dos auditores. O gesto em direção aos servidores da Receita é estratégico para o Palácio do Planalto.
A categoria reagiu com ameaças de greve depois que o governo decidiu que dará reajustes a profissionais de segurança pública, como a Polícia Rodoviária Federal. Logo após o anúncio, 738 auditores da Receita entregaram postos de chefia em protesto.
No último dia 24, Bolsonaro culpou Paulo Guedes, ministro da Economia, pela decisão de não conceder o "bônus de eficiência" aos servidores da Receita Federal.
"Isso aí eu vou conversar com o Paulo Guedes de novo. Eles queriam a regulamentação de um bônus de produtividade. Custava nada. Custava R$ 200 e poucos milhões. E a Economia que resolveu não ceder", disse o presidente.
O ministro da Economia, por sua vez, disparou alertas para o presidente Jair Bolsonaro e outros ministros sobre o risco de aumentos generalizados para o funcionalismo.
Integrantes da equipe econômica temem os efeitos da greve geral. Há preocupação com os profissionais da área de fiscalização aduaneira, que poderiam causar problemas em caso de paralização.
"O problema é que R$ 1,7 bilhão não dá para quase nada. Só o bônus da Receita Federal custaria R$ 400 milhões. Se tiver que pagar bônus para os auditores do trabalho e agropecuários, a conta subiria mais R$ 300 milhões" disse um técnico da equipe econômica citado pela reportagem.
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