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China lamenta novas sanções dos EUA contra empresas de tecnologia de Xinjiang

© AP Photo / Mark SchiefelbeinEm Pequim, representantes do Ministério do Comércio da China participam de uma coletiva de imprensa, em 30 de dezembro de 2020
Em Pequim, representantes do Ministério do Comércio da China participam de uma coletiva de imprensa, em 30 de dezembro de 2020 - Sputnik Brasil, 1920, 17.12.2021
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Pequim lamenta veementemente as novas sanções anunciadas pelos Estados Unidos que proíbem exportações chinesas de oito empresas de tecnologia de Xinjiang.
A declaração partiu do porta-voz do Ministério do Comércio da China, Wang Wentao, nesta sexta-feira (17).

"Não é a primeira vez que o governo dos EUA interfere na economia chinesa sob falsos pretextos de segurança nacional e violação dos direitos humanos, colocando um embargo nas mercadorias de Xinjiang, tentando assim controlar nossas exportações e investimentos. Essas medidas afetam seriamente as empresas chinesas e prejudicam a economia internacional e o comércio entre os dois países. A China lamenta veementemente tais medidas", disse Wentao.

Conforme publicou a emissora chinesa CGTN, o Ministério das Relações Exteriores da China também deu declarações nesta sexta-feira (17) contra as novas sanções norte-americanas.
"Instamos os EUA a corrigirem seus erros imediatamente. A China tomará todas as medidas necessárias para proteger firmemente os direitos e interesses legítimos das instituições e empresas chinesas", disse Wang Wenbin, porta-voz da chancelaria chinesa.
Na quinta-feira (16), o governo norte-americano impôs um novo pacote de sanções à China devido às acusações de suposto trabalho forçado e esterilização de uigures, minoria étnica muçulmana supostamente mantida em campos de reeducação e fábricas.
O Departamento do Tesouro dos EUA publicou um comunicado em que coloca a empresa chinesa DJI em sua chamada lista negra. A companhia é a maior fabricante mundial de drones.
© AP Photo / Robert F. BukatyMultidão na Praça de Aitigar, na província de Xinjiang
Multidão na Praça de Aitigar, na província de Xinjiang - Sputnik Brasil, 1920, 17.12.2021
Multidão na Praça de Aitigar, na província de Xinjiang
Além da DJI, outras sete empresas chinesas também foram sancionadas pelo Departamento do Tesouro. Devido às restrições, norte-americanos não poderão comprar ou vender títulos negociados publicamente pelas empresas.
Xinjiang é uma região de mineração rica em recursos, importante tanto para a produção agrícola quanto para a manufatura. A China prometeu retaliação contra a nova rodada de sanções norte-americanas.
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