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China condena 'Cúpula pela Democracia' e vontade dos EUA em impor modelo democrático do Ocidente

© AP Photo / Andy WongO porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, gesticula durante uma declaração em Pequim no escritório da Chancelaria chinesa, em 24 de fevereiro de 2020.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, gesticula durante uma declaração em Pequim no escritório da Chancelaria chinesa, em 24 de fevereiro de 2020. - Sputnik Brasil, 1920, 28.11.2021
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A chancelaria chinesa apoiou a Rússia ao condenar a chamada "Cúpula da Democracia" organizada pelos EUA. Pequim considera que o próximo evento distorce os mesmos valores que Washington afirma defender.
Zhao Lijian, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, afirmou que o seu homólogo russo Dmitry Peskov tinha razão quando disse, dias antes, que os EUA "preferem criar novas linhas divisórias e separar países nos que, na sua opinião, são bons e aqueles que são ruins".
"A divisão deliberada em 'nós' e 'eles' não promove a paz e estabilidade estratégica mundiais. A democracia não é uma patente detida por um determinado país, mas um valor comum da humanidade", disse Lijian.
O diplomata chinês considerou que a decisão norte-americana de não convidar países como a China e a Rússia à reunião de alto nível "só instigará o confronto ideológico, que é uma distorção total e uma afronta à democracia".
"EUA estão obcecados em impor o 'modelo democrático' do Ocidente aos outros [países] e até mesmo busca mudanças de regime, em uma tentativa de fazer da democracia uma ferramenta para avançar suas estratégias globais e interesses geopolíticos. Este é, em si mesmo, o maior prejuízo para os valores democráticos", sublinhou.
Lijian criticou o modelo americano de democracia e afirmou que obrigar as nações a segui-lo somente "as levará pelo mau caminho".
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Além disso, o porta-voz da chancelaria chinesa rotulou de "fiasco" as tentativas dos EUA de exportar sua democracia para outros países. Como exemplo, o funcionário citou a intervenção norte-americana no Afeganistão, a Primavera Árabe e as diversas "revoluções coloridas" no Leste da Europa.
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