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Membros da comitiva de uma delegação em frente da sede das Nações Unidas durante a 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
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Japão 'enviou sinais' de que participará de eventual guerra entre China e Taiwan, afirma mídia

© AP Photo / Especialista de comunicação em massa de 3ª classe Justin Stack / Marinha dos EUA / HandoutNavios da Força Marítima de Autodefesa do Japão e da Marinha da Índia navegam em formação com o HMAS Warramunga, da Marinha Real Australiana, e o destróier de mísseis guiado USS Barry (DDG 52) da classe Arleigh Burke, durante exercícios Malabar-2021 em 27 de agosto de 2021
Navios da Força Marítima de Autodefesa do Japão e da Marinha da Índia navegam em formação com o HMAS Warramunga, da Marinha Real Australiana, e o destróier de mísseis guiado USS Barry (DDG 52) da classe Arleigh Burke, durante exercícios Malabar-2021 em 27 de agosto de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 21.11.2021
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O jornal South China Morning Post aborda a posição geopolítica do Japão e a possibilidade de o país intervir em conflitos regionais; segundo especialistas citados, os japoneses têm enviado sinais inequívocos.
O Japão pode intervir militarmente no caso de um conflito entre a China e Taiwan, afirmou no domingo (21) o jornal South China Morning Post.

"O Japão não só tem enviado sinais ao nível oficial e individual, mas também tentou realizar ações práticas de resposta através da aliança Japão-EUA ou agiu parcialmente sozinho no atual quadro legal", de acordo com um artigo no jornal Asia-Pacific Security and Maritime Affairs citado pela mídia.

Especialistas chineses têm avisado que Tóquio pode usar missões de manutenção da paz da ONU para se tornar uma grande potência, sendo que, desde 1992, quando começou a participar de missões da ONU, as restrições à utilização de suas forças militares e às atividades de manutenção da paz têm sido relaxadas.
Além disso, pesquisadores da China referem que a Lei de Segurança Nacional de 2015 permitiu às Forças de Autodefesa do Japão o direito de participar de ações de "defesa coletiva", e alargou seus poderes.
Disparo do sistema automático de artilharia AO-18 (AK-630) da corveta Gromky no âmbito dos exercícios anuais Cooperação Marítima 2021 no mar do Japão - Sputnik Brasil, 1920, 19.10.2021
Japão diz monitorar navios da China e Rússia após exercícios navais conjuntos
Liu Jiangyong, especialista em relações sino-japonesas da Universidade de Tsinghua, China, diz estar preocupado com as ambições mundiais do Japão, ao mesmo tempo que tenta conter seu vizinho. Ele acrescentou que o país se aliou com os EUA, Austrália, Índia, OTAN e a Associação de Nações do Sudeste Asiático para colocar a China em xeque quando Pequim começou a desenvolver a Nova Rota da Seda, um projeto de infraestruturas ferroviárias e portuárias em várias partes do mundo.
Nos últimos anos as Forças Armadas do Japão e dos EUA têm realizado vários exercícios conjuntos e, no início desta semana, os dois países conduziram as primeiras manobras antissubmarino no mar do Sul da China.
Pequim declara que Taiwan é uma província rebelde cujo destino é um dia se reunificar com a China continental, e tem instado outros países a não se intrometerem no que diz ser um assunto interno da China.
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