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Nova espécie de dinossauro 'desdentado' é descoberta no Brasil (FOTO)

© ©Fernando Frazão/Agência BrasilFóssil de dinossauro no Museu Nacional (imagem ilustrativa)
Fóssil de dinossauro no Museu Nacional (imagem ilustrativa) - Sputnik Brasil, 1920, 19.11.2021
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Uma nova espécie de dinossauro desdentado do período cretáceo, batizado como Berthasaura Leopoldinae, foi descoberto no Brasil.
O fóssil descoberto é considerado o mais completo deste período já encontrado até hoje no país.
O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro anunciou a descoberta, também revelada na revista Nature.
No artigo, o museu especifica que se trata de uma espécie de theropoda, que viveu há 70 milhões ou 80 milhões de anos, de um metro de comprimento, aproximadamente 80 centímetros de altura e peso até 10 quilos. A espécie também possui um bico pontudo.
O que chamou a atenção dos especialistas é que o espécime não tem dentes. Segundo os especialistas, outros theropodes foram encontrados com estas características, porém apenas na idade adulta.
"Este aspecto dos dentes questiona o tipo de dieta do animal. Isso não quer dizer que, como não tinha dentes, não pudesse comer carne, como fazem muitas aves, como o falcão e o urubu. O mais provável é que fosse um animal onívoro, já que o ambiente era inóspito e precisava aproveitar o que tinha disponível", explicou Geovane Alves de Souza, um dos autores do estudo.
A espécie foi encontrada entre 2011 e 2014 em um terreno conhecido como o "Cemitério dos Pterossauros", no Paraná, segundo o portal G1.
De acordo com o geólogo Luiz Weinschutz, este é o segundo dinossauro encontrado, o que mostra a importância da região.
Por sua vez, o diretor do Museu Nacional, Alexandre Kellner, assegurou que seu nível de conservação impressionou os paleontólogos.
"Temos restos do crânio e a mandíbula, a coluna vertebral, a cintura escapular e pélvica e as extremidades anteriores e posteriores, o que torna a 'Bertha' em um dos dinossauros mais completos já encontrados do período cretáceo brasileiro", afirmou.
O dinossauro foi batizado como Berthasaura Leopoldinae em homenagem a Bertha Lutz, pesquisadora brasileira vinculada ao Museu Nacional, à imperatriz Maria Leopoldina, esposa do imperador Pedro I do Brasil, e à escola de samba Imperatriz Leopoldinense.
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