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Parlamento da Nicarágua aprova declaração contra ingerência da OEA

© AFP 2021 / Oswaldo RivasMembros da Assembleia Nacional nicaraguense participam de sessão parlamentar em Managua, Nicarágua, 16 de novembro de 2021
Membros da Assembleia Nacional nicaraguense participam de sessão parlamentar em Managua, Nicarágua, 16 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 16.11.2021
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Após condenação de sexta-feira (12) pela Organização de Estados Americanos, Managua emitiu uma declaração contra o que diz ser intromissão "nos assuntos internos" do país.
A Assembleia Nacional, ou parlamento da Nicarágua, aprovou na terça-feira (16) com 83 votos a favor e três abstenções uma declaração contra a ingerência pela Organização de Estados Americanos (OEA), que rejeitou os resultados das recentes eleições presidências e legislativos no país.
O Parlamento nicaraguense aprovou hoje [16] a Declaração da Assembleia Nacional ante as reiteradas ações da Organização de Estados Americanos, OEA, nos assuntos internos do Estado de Nicarágua.
A votação ocorreu durante uma sessão plenária convocada na segunda-feira (15), e transmitida pelo canal oficial da Assembleia Nacional, durante a qual o deputado Carlos Emilio López propôs que Daniel Ortega, presidente da República, inicie o processo de abandono da OEA.
Na sexta-feira (12) a organização condenou as eleições realizadas na Nicarágua, dizendo que elas "não foram livres, nem justas, nem transparentes", e frisou que as mesmas carecem de legitimidade democrática.
Além da OEA, os EUA têm rejeitado o resultado das eleições no país centro-americano, incluindo antes de sua realização. Na segunda-feira (15) Washington sancionou nove indivíduos e um órgão da Nicarágua por supostas violações dos direitos civis dos habitantes do país. A União Europeia também afirmou que o processo "careceu de legitimidade".
Daniel Ortega, no poder desde 2006, foi reeleito presidente da Nicarágua nas eleições de 8 de novembro no país, ganhando 75,87% dos votos.
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