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Senador dos EUA diz que Rússia é próximo teste de política externa de Biden

© REUTERS / PoolPresidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente dos EUA, Joe Biden, ao lado do presidente da Suíça, Guy Parmelin, na Villa La Grange em Genebra, Suíça, 16 de junho de 2021
Presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o presidente dos EUA, Joe Biden, ao lado do presidente da Suíça, Guy Parmelin, na Villa La Grange em Genebra, Suíça, 16 de junho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 05.11.2021
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Joe Biden será desafiado na construção de relações com a Rússia, disse o senador republicano dos EUA Tom Cotton em um artigo para o Wall Street Journal.
Tom Cotton acredita que o presidente Biden precisa com urgência se afastar da agenda climática e prestar atenção a Moscou e suas "ações agressivas" em relação a Kiev, segundo a publicação.
O senador Cotton voltou a falar da informação, anteriormente negada pelo Kremlin, sobre a concentração das Forças Armadas russas perto da fronteira com a Ucrânia e declarou que a crise do combustível europeia corresponde a um desejo de Moscou de bloquear o fluxo de gás para usar sua influência no mercado de energia para fins políticos.
No entanto, a empresa de energia russa Gazprom tinha confirmado o aumento das exportações de combustível para a Europa.
O político americano não ficou satisfeito com a reação de Biden à situação. Entre as medidas que precisam ser tomadas Cotton nomeou o fornecimento de armas à Ucrânia e o isolamento da Rússia do mercado financeiro global.
"Se Biden não quer que outra catástrofe geopolítica se siga ao Afeganistão, ele deve tomar imediatamente várias medidas para conter a Rússia e forçar Putin a assumir uma posição defensiva", disse Cotton.
Anteriormente, a representante oficial da chancelaria da Rússia, Maria Zakharova, viu os sinais de uma campanha de informação planejada contra a Rússia nos relatos da mídia ocidental sobre supostas tropas russas se movimentando para a fronteira com a Ucrânia.
O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, afirmou que Moscou mantém presença militar em seu território onde considera necessário.
O chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos, Mark Milley, também disse que Washington não considera agressivas as ações da Rússia perto da fronteira do sudoeste do país.
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