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Para contrabalançar protecionismo dos EUA, China estreia em novo acordo comercial

© Sputnik / Aleksandr Vilf / Abrir o banco de imagensBandeira da China em frente a um prédio em Xangai
Bandeira da China em frente a um prédio em Xangai - Sputnik Brasil, 1920, 05.11.2021
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A China se encontra na vanguarda do mercado global, agora que um novo acordo comercial entra em efeito, deixando para trás as políticas protecionistas dos EUA.
A Parceria Econômica Regional Compreensiva (RCEP, na sigla em inglês), composta por 15 nações, incluindo a China, entrará em vigor a partir de 1° de janeiro de 2022, depois de as ratificações mínimas para seu funcionamento terem sido firmadas nesta semana, informa o South China Morning Post.
A RCEP foi pela primeira vez assinada em novembro de 2020, depois de oito anos de negociações. Este novo acordo comercial não só deverá expandir o comércio global em 30% como também deverá facilitar o contato do gigante asiático com o resto do mundo.
Com a RCEP seguindo em frente, a China poderá agora impulsionar o comércio em seus termos, embora alguns especialistas suponham que ainda pode haver bloqueios. De igual modo, a eficácia da RCEP ainda está para ser provada, bem como quantos países se beneficiarão plenamente do acordo, aponta a mídia.
Pequim também pretende aderir a outro bloco comercial, o Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Trans-Pacífico (CPTPP, na sigla em inglês), anteriormente conhecido como Parceria Trans-Pacífico (TPP, na sigla em inglês) quando era a peça central do pivô estratégico dos EUA na Ásia, até a presidência de Donald Trump ter afastado o país do acordo logo no seu início.
"A China arcou com tudo o que os EUA lançaram para ela, e agora se encontra em uma posição mais forte para seguir em frente, mas está seguindo em um caminho benéfico para si, e isso terá de ser fora da Organização Mundial do Comércio", explicou Bryan Mercury, professor de direito comercial internacional da Universidade Chinesa de Hong Kong, citado pelo South China Morning Post.
De acordo com seu modelo econômico, a RCEP poderia ser bastante benéfica tanto para a China como para o Japão e para a Coreia do Sul, uma vez que estas nações não possuem acordos de livre comércio.
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