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China tem plano para eliminar porta-aviões dos EUA a 3.000 km de distância, afirma portal

© Foto / Marinha dos EUA / Riley McDowellPorta-aviões USS Gerald R. Ford durante teste de resistência na costa leste dos EUA
Porta-aviões USS Gerald R. Ford durante teste de resistência na costa leste dos EUA - Sputnik Brasil, 1920, 26.10.2021
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O desenvolvimento pela China de mísseis balísticos antinavio tem suscitado receios de que os porta-aviões dos EUA estejam em perigo mortal.
De acordo com Michael Peck, especialista militar e colunista do portal 19FortyFive, utilizando mísseis balísticos de alcance intermediário convertidos, originalmente desenvolvidos para carregar ogivas nucleares para destruir cidades, a China pode afundar porta-aviões dos EUA a uma distância de 1.600 ou 3.200 km, ou mais do que isso.
Segundo o colunista, esta ideia foi concebida ainda na União Soviética em 1962, durante a Crise dos Mísseis de Cuba. A União Soviética temia que os EUA pudessem usar o vasto território costeiro soviético para atacar o país. Para realizar o ataque poderiam ser usados porta-aviões.
Documentos da CIA recentemente desclassificados revelaram que a União Soviética planejou implementar a mesma ideia que a China está desenvolvendo hoje.
No entanto, naquela época Moscou tinha dúvidas acerca de sua eficácia, porque os navios de guerra americanos eram quase invulneráveis para mísseis balísticos de longo alcance. Os porta-aviões estão em constante movimento, o que os torna um alvo bastante difícil de atingir.
"Quando os aviões de reconhecimento e submarinos detectam porta-aviões, eles podem determinar a sua localização, mas de uma forma tão aproximada que seria inútil atacá-los com mísseis balísticos", observa o artigo.
Na União Soviética, a eficácia dos satélites de espionagem também foi questionada. Uma vez que o sinal é enviado, é necessário algum tempo para preparar os mísseis para o lançamento, durante o qual o navio pode deslocar-se para um local diferente.
No entanto, nos dias de hoje os sensores e sistemas de orientação dos mísseis tornaram-se muito mais precisos, e é muito mais difícil que os navios permaneçam escondidos no mar.
A tecnologia dos satélites também foi aprimorada, hoje as informações atualizadas da localização do inimigo são transmitidas instantaneamente. Levando tudo isso em consideração, na opinião do autor, os mísseis balísticos representam uma séria ameaça para os porta-aviões.
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