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Governo Biden não pressiona países para escolherem entre EUA e China, afirma Blinken

© AP Photo / Frederic J. BrownSecretário de Estado, Antony Blinken (segundo a partir da direita), acompanhado pelo conselheiro de segurança nacional, Jake Sullivan, (à direita), ouvindo a sessão de abertura dos diálogos EUA-China em Anchorage, Alasca, 18 de março de 2021
Secretário de Estado, Antony Blinken (segundo a partir da direita), acompanhado pelo conselheiro de segurança nacional, Jake Sullivan, (à direita), ouvindo a sessão de abertura dos diálogos EUA-China em Anchorage, Alasca, 18 de março de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 20.10.2021
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Embora o secretário de Estado norte-americano tenha afirmado que os EUA não pretendem pressionar os países para escolherem entre Pequim e Washington, ele destacou a necessidade de tomar precauções antes de investir na China.
A administração do presidente Joe Biden não pretende pressionar os países para que decidam entre fazer negociações com os Estados Unidos ou com a China e não tem interesse em conter Pequim, afirmou o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.
"Não pedimos aos países para escolherem entre os Estados Unidos e a China e também não, como eu disse várias vezes, procuramos conter a China ou barrar o seu avanço", disse Blinken durante uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (19).
"O que pretendemos fazer é manter os padrões mais altos possíveis porque estamos ocupados em todo o mundo", revelou.
O secretário de Estado destacou que o comércio e investimentos com a China são importantes para todos os países e são geralmente benéficos.
No entanto, Blinken disse que, no caso da China, não há divisão entre a iniciativa privada e o Estado, então os países devem tomar precauções antes de investir neste país.
No início deste mês, a Agência Central de Inteligência (CIA, na sigla em inglês) dos EUA informou ter criado uma nova entidade chamada de Centro de Missões da China, focada exclusivamente nos desafios à segurança nacional por parte de Pequim.
"O Centro reforçará ainda mais nosso trabalho coletivo em relação à ameaça geopolítica mais importante que enfrentamos no século XXI, um governo chinês cada vez mais hostil", segundo o diretor da CIA, William Burns.
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