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Maduro denuncia grupos da Colômbia que estariam atacando sistema elétrico e eleições da Venezuela

© REUTERS / Presidência do México / HandoutNicolás Maduro, presidente da Venezuela, fala durante cúpula da Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe (CELAC, na sigla em inglês), no Palácio Nacional da Cidade do México, México, 18 de setembro de 2021
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, fala durante cúpula da Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe (CELAC, na sigla em inglês), no Palácio Nacional da Cidade do México, México, 18 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 15.10.2021
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O presidente da Venezuela culpou "grupos assassinos" compostos por "ex-policiais e ex-militares da Venezuela e Colômbia", e ratificou uma ordem para as Forças Armadas venezuelanas os expulsarem.
Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, denunciou na quinta-feira (14) o que disse ser uma incursão de grupos treinados na Colômbia para atacar o sistema elétrico nacional e o processo eleitoral em 21 de novembro, e convocou as Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) para aumentar a capacidade de inteligência no país sul-americano.
"Elevar a qualidade e capacidade da inteligência e contraespionagem para detectar grupos assassinos contratados treinados pelo governo de Iván Duque que entram com o objetivo de afetar o sistema elétrico, com ex-policiais e ex-militares da Venezuela e Colômbia, que são treinados na Colômbia com objetivos específicos, para atacar o sistema elétrico, para atacar objetivos estratégicos na Venezuela, para perturbar o clima eleitoral do país", disse Maduro durante um evento militar.
Maduro ratificou para as FANB a ordem de libertar na Venezuela grupos armados de traficantes de drogas terroristas (TANCOL) da Colômbia.
"Ratifiquei a ordem para que todas as Zonas de Defesa Integral ajustem os planos para garantir a libertação de todo o território venezuelano desses grupos armados de traficantes de drogas terroristas da Colômbia, para libertar a Venezuela 100% dos TANCOL", segundo o presidente da Venezuela.
Maduro garantiu que as principais ameaças contra seu país são dirigidas pelo presidente colombiano.
"Agora o que surgiu é o assassinato dessas crianças em Tibú [na Colômbia], o assassinato de mais de 1.800 venezuelanos declarado pelas autoridades colombianas, o homicídio, o desaparecimento forçado de mais de 860 venezuelanos na Colômbia, reconhecido por dados oficiais do Estado colombiano", acrescentou ele.
O chefe do Executivo venezuelano culpou Duque pela perseguição e ódio contra venezuelanos na Colômbia.
Na quarta-feira (13) Caracas anunciou que denunciaria Iván Duque perante o Tribunal Penal Internacional (TPI) pelo extermínio de venezuelanos na Colômbia.
No fim de semana passado, um vídeo circulou nas redes sociais mostrando um menino de 12 anos e um menino de 18, ambos venezuelanos, de mãos atadas, enquanto eram filmados por cidadãos, que afirmam que seriam entregues às autoridades colombianas, mas que mais tarde apareceram mortos na estrada para o município de El Tarra, Norte de Santander, Colômbia.
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