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Notícias do Brasil
Notícias sobre política, economia e sociedade do Brasil. Entrevistas e análises de especialistas sobre assuntos que importam ao país.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta sexta-feira, 24 de setembro

© REUTERS / YVES HERMANCarles Puigdemont, ex-presidente da Catalunha, durante coletiva de imprensa no Parlamento Europeu, Bruxelas, 3 de junho de 2021
Carles Puigdemont, ex-presidente da Catalunha, durante coletiva de imprensa no Parlamento Europeu, Bruxelas, 3 de junho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 24.09.2021
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Bom dia! A Sputnik Brasil está acompanhando as matérias mais relevantes desta sexta-feira (24), marcada pela detenção na Itália do ex-presidente da Catalunha no exílio, Carles Puigdemont, pela rejeição de Pyongyang da proposta de declarar oficialmente o fim do estado de guerra e pela cúpula da aliança Quad.

Ministério Público cria força-tarefa para apurar denúncias contra Prevent Senior

Nesta quinta-feira (23), o Ministério Público de São Paulo estabeleceu uma força-tarefa para investigar as suspeitas contra a operadora de saúde Prevent Senior. Depois do depoimento do diretor-executivo da operadora, Pedro Batista Jr, ficou óbvio que as denúncias feitas pelos médicos podem ter fundamento. As acusações contra a Prevent começaram em abril, quando os médicos que trabalhavam na empresa relataram ter sofrido pressão para prescrever medicamentos do chamado "kit Covid", amplamente defendido pelo governo federal e sem eficácia comprovada. Todas as denúncias foram organizadas em um dossiê pela advogada Bruna Morato, representante dos médicos, e enviadas à CPI para consideração. A força-tarefa avaliará ainda os documentos que a CPI da Covid vai enviar ao MP estadual. Mário Sarrubbo, procurador-geral de Justiça, determinou "atenção total" à investigação. Bruna Morato será ouvida pela Comissão Parlamentar de Inquérito na próxima terça-feira (28). Entretanto, o Brasil confirmou mais 661 mortes e 25.348 casos de COVID-19, totalizando 593.018 óbitos e 21.307.960 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.
© Folhapress / Renato S. Cerqueira/Futura PressFachada de uma das unidades da Prevent Senior, no centro de São Paulo, 23 de setembro de 2021
Fachada de uma das unidades da Prevent Senior, no centro de São Paulo, 23 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Fachada de uma das unidades da Prevent Senior, no centro de São Paulo, 23 de setembro de 2021

Bolsonaro em entrevista: COVID-19 apenas encurtou vida de vítimas por alguns dias ou semanas

Em entrevista aos alemães Vicky Richter e Markus Haintz, membros do movimento de extrema direita Querdenken, o presidente Jair Bolsonaro fez de novo declarações negacionistas sobre a COVID-19. A fala ocorreu no dia 8 de setembro, mas não foi divulgada pelo presidente, tendo sido publicada recentemente por um dos entrevistadores no YouTube. "Muitas [vítimas] tinham alguma comorbidade, então a COVID-19 apenas encurtou a vida delas por alguns dias ou algumas semanas", afirmou Bolsonaro. Além do mais, ele disse que os números da pandemia no Brasil são "superdimensionados" e esclareceu: "Uma pessoa na UTI por Covid custa R$ 2.000 por dia. Uma pessoa numa UTI com outras doenças custa R$ 1.000. Então, quando uma pessoa mais humilde vai no hospital ela é levada para a UTI porque os hospitais vão ganhar mais dinheiro, então tem uma supernotificação". Além disso, o chefe de Estado voltou a defender na conversa o tratamento precoce para a COVID-19, embora não exista comprovação científica de sua eficácia.
© REUTERS / STEPHEN YANGPresidente Jair Bolsonaro saúda apoiadores perto de hotel durante 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021
Presidente Jair Bolsonaro saúda apoiadores perto de hotel durante 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Presidente Jair Bolsonaro saúda apoiadores perto de hotel durante 76ª sessão da Assembleia Geral da ONU em Nova York, 21 de setembro de 2021

 Carles Puigdemont é detido na Itália

O ex-presidente da comunidade autônoma da Catalunha, Carles Puigdemont, foi detido na Itália nesta quinta-feira (23), conforme seu advogado e um colaborador disseram. Sua detenção ocorreu quatro anos após o referendo sobre a independência da autonomia espanhola ter sido considerado ilegal por Madri. O deputado europeu deve comparecer no tribunal nesta sexta-feira (24) em uma audiência que pode ditar sua extradição para a Espanha, onde enfrentará acusações de sedição (rebelião). O líder da Catalunha, que desde o referendo em 2017 tem estado exilado na Bélgica, foi detido em Alghero, na Sardenha, segundo escreveu na conta do Twitter seu chefe de gabinete, Josep Lluis Alay. O advogado de Puigdemont, Gonzalo Boye, tweetou por sua parte que o líder no exílio foi detido durante sua chegada à Itália, para onde ele estava viajando em sua qualidade de deputado europeu, a fim de participar em um festival cultural. O advogado disse que a detenção foi feita na base de um mandado emitido em outubro de 2019 que havia sido suspenso. Puigdemont, de 58 anos, é procurado na Espanha por alegações de sedição, após suas tentativas de obter a independência da Catalunha de Madri por meio de referendo. Sua detenção ocorreu uma semana após o governo da Espanha e as autoridades da Catalunha retomaram as negociações para encontrar uma solução para a pior crise política da Espanha em décadas. Após a prisão de quinta-feira (23), Madri expressou " seu respeito pelas decisões das autoridades e tribunais italianos". O novo presidente da autonomia catalã, Pere Aragonès, mais moderado do que seu predecessor, condenou por sua vez o que ele chamou de "perseguição" de Puigdemont, acrescentando também que "a autodeterminação" era a "única solução".
© AP Photo / Francisco SecoCarles Puigdemont, deputado europeu, fala em manifestação perto do prédio do Parlamento Europeu em Bruxelas, 9 de março de 2021
Carles Puigdemont, deputado europeu, fala em manifestação perto do prédio do Parlamento Europeu em Bruxelas, 9 de março de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Carles Puigdemont, deputado europeu, fala em manifestação perto do prédio do Parlamento Europeu em Bruxelas, 9 de março de 2021

Câmara dos EUA aprova orçamento militar para 2022, incluindo novas sanções contra a Rússia

A Câmara dos Representantes americana aprovou na quinta-feira (23) a Lei de Autorização de Defesa Nacional (NDAA, na sigla em inglês) que determina o financiamento do Departamento de Defesa para o ano fiscal de 2022 e implementa várias políticas, incluindo a imposição de sanções contra o gasoduto russo-alemão Nord Stream 2 (Corrente do Norte 2). "Novo: com uma votação de 316-113, a Câmara dos Representantes aprovou [o projeto] 4350", tweetou o Comitê de Serviços Armados da Câmara. A proposta de lei foi apoiada por 181 democratas e 135 republicanos e rejeitada por 38 democratas e 75 republicanos. A legislação deve ainda ser aprovada pelo Senado e pelo presidente Joe Biden. A NDAA de US$ 768 bilhões (R$ 4.073 bilhões) prevê uma série de novas medidas restritivas em relação a Moscou: novas sanções contra o gasoduto russo-alemão Nord Stream 2, a proibição de compra ou venda de dívida soberana russa recentemente emitida nos mercados primários e secundários, em resposta à alegada interferência da Rússia nas eleições norte-americanas. Além do mais, o projeto de legislação recomenda sanções contra 35 cidadãos russos, incluindo funcionários públicos, empresários, altos funcionários em empresas-chave de energia e bancos, bem como várias personalidades de mídia.
© AP Photo / J. Scott ApplewhiteCâmara dos Representantes vista do Capitólio em Washington, 18 de setembro de 2021
Câmara dos Representantes vista do Capitólio em Washington, 18 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Câmara dos Representantes vista do Capitólio em Washington, 18 de setembro de 2021

Coreia do Norte rejeita chamadas do Sul para declaração de fim do estado de guerra

A Coreia do Norte rejeitou o apelo da Coreia do Sul de declarar oficialmente o fim do estado de guerra entre os dois países (que se mantém desde a Guerra da Coreia de 1950-1953) como forma de restaurar a paz, afirmando na sexta-feira (24) que tal passo poderia ser usado como "cortina de fumaça para encobrir a política hostil dos EUA" contra o Norte. Em um discurso na Assembleia Geral da ONU nesta semana, o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, reiterou suas chamadas para declaração de fim da guerra, que poderia, segundo ele, ajudar a alcançar a denuclearização e a paz permanente na península coreana. O vice-chanceler norte-coreano, Ri Thae Song, descartou as chamadas de Moon como prematuras, até que a política de Washington seja alterada. "É preciso entender claramente que a declaração do término da guerra não ajuda em nada a estabilizar a situação da península coreana no momento, mas pode ainda ser mal utilizada como uma cortina de fumaça para encobrir a política hostil dos EUA", disse Ri em comunicado emitido pela mídia estatal. Ele adicionou que as armas e tropas americanas deslocadas na Coreia do Sul, bem como os regulares exercícios militares dos Estados Unidos na região "indicam que a política hostil dos EUA está ficando cada dia mais perigosa". A Guerra da Coreia terminou com um armistício, não um tratado de paz, deixando a península em um estado técnico de guerra.
© AP Photo / Ahn Young-joonVisitante tira fotos do lado norte-coreano no pavilhão Imjingak em Paju, perto da fronteira com a Coreia do Norte, 24 de setembro de 2021
Visitante tira fotos do lado norte-coreano no pavilhão Imjingak em Paju, perto da fronteira com a Coreia do Norte, 24 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Visitante tira fotos do lado norte-coreano no pavilhão Imjingak em Paju, perto da fronteira com a Coreia do Norte, 24 de setembro de 2021

Joe Biden recebe líderes do Indo-Pacífico em cúpula da Quad

Nesta sexta-feira (24), o presidente Joe Biden vai acolher na Casa Branca a primeira reunião presencial de líderes de uma aliança do Indo-Pacífico, conhecida como Quad (Diálogo de Segurança Quadrilateral). Biden vai conversar com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, o premiê japonês, Yoshihide Suga, e o premiê da Austrália, Scott Morrison, sobre uma cooperação mais próxima na resposta à COVID-19, à crise climática, sobre tecnologias emergentes e espaço cibernético. Antes da cúpula, os governos indiano e japonês saudaram o recente anúncio da criação da aliança AUKUS (Austrália-EUA-Reino Unido). O encontro de Biden com os líderes do Indo-Pacífico encerra uma semana de diplomacia para o presidente, na qual ele discursou na Assembleia Geral da ONU em Nova York e foi anfitrião de uma cúpula global virtual sobre a luta contra a COVID-19. O encontro do grupo na Casa Branca vai acontecer enquanto a China continua os esforços para fazer uma demonstração de força na região. Na quinta-feira (23), Pequim enviou 24 caças em direção a Taiwan depois que a ilha anunciou sua intenção de se juntar ao Acordo Global e Progressivo de Parceria Trans-Pacífico. A China criticou vigorosamente a aliança AUKUS.
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