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Chancelaria da China revela mais de 100 exemplos de alegada interferência dos EUA em Hong Kong

© REUTERS / Tyrone SiuFãs da nadadora Siobhan Haughey de Hong Kong e apoiadores pró-China assistem à transmissão ao vivo dos Jogos Olímpicos de Verão de Tóquio 2020 em um shopping de Hong Kong, China, 30 de julho de 2021
Fãs da nadadora Siobhan Haughey de Hong Kong e apoiadores pró-China assistem à transmissão ao vivo dos Jogos Olímpicos de Verão de Tóquio 2020 em um shopping de Hong Kong, China, 30 de julho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 24.09.2021
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O Ministério das Relações Exteriores da China divulgou uma lista chamada de "folha informativa" das tentativas dos EUA de interferirem nos assuntos de Hong Kong e apoiarem o movimento antichinês na cidade.
O documento, publicado nesta sexta-feira (24) pela chancelaria chinesa, tem mais de 100 supostas violações norte-americanas interferindo nos assuntos de Hong Kong e na política da China na cidade.
O documento está dividido em cinco seções: aprovação de leis para atingir China e Hong Kong; imposição de sanções e tentativas de bloquear a política da China na cidade; difamação contra o governo e polícia locais; apoio aos ativistas de Hong Kong; aliança com parceiros internacionais para interferência.
"A lista de fatos é um contra-ataque forte contra a difamação dos EUA contra o governo chinês em Hong Kong e as chamadas sanções contra funcionários chineses", disse o porta-voz do Gabinete de Assuntos de Hong Kong e Macau, citado pelo South China Morning Post.
Em coletiva de imprensa no mesmo dia, o porta-voz da chancelaria chinesa, Zhao Lijian, afirmou que a lista é um registro sistemático de interferências de Washington desde 2019.
"É impossível para os Estados Unidos ter sucesso com seu plano para limitar o desenvolvimento da China [...] O governo chinês continuará dando respostas firmes e fortes à maneira como Washington tem interferido nos assuntos de Hong Kong", advertiu.

Exemplos de alegadas interferências

A seção nomeada "difamação da política da China em Hong Kong" sublinha a aprovação da Lei de Direitos Humanos e Democracia de Hong Kong em novembro de 2019, que autorizou o então presidente Donald Trump a impor sanções contra funcionários chineses.
A seção "acusações infundadas" é a mais longa e contém 48 rubricas separadas. Na seção está a declaração de Biden que chamou o fechamento do jornal Apple Daily, publicado em Hong Kong, de "um dia triste para a liberdade de imprensa" e um sinal de "intensificação da repressão por Pequim".
Na seção nomeada "proteção e apoio daqueles que se opõem à China", a chancelaria colocou a visita aos EUA do empresário Jimmy Lai em julho de 2019, onde ele se reuniu com o então vice-presidente Mike Pence e o ex-secretário de Estado Mike Pompeo, entre outros, supostamente pressionando para "interferência nos assuntos de Hong Kong".
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