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Chanceler das Filipinas expressa apoio à aliança AUKUS

© AFP 2021 / Alex WongGuarda de honra segura bandeira das Filipinas no Pentágono em 10 de setembro de 2021, Arlington, Virgínia, EUA
Guarda de honra segura bandeira das Filipinas no Pentágono em 10 de setembro de 2021, Arlington, Virgínia, EUA - Sputnik Brasil, 1920, 21.09.2021
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Na opinião de Teodoro Locsin Jr., ministro das Relações Exteriores das Filipinas, a aliança militar entre os EUA, Reino Unido e a Austrália permite responder "a uma ameaça à região ou a um desafio ao status quo".
Teodoro Locsin Jr., ministro das Relações Exteriores das Filipinas, manifestou apoio à aliança de segurança que a Austrália, os EUA e o Reino Unido acordaram na quarta-feira (15) para combater a influência da China na região do Indo-Pacífico.
"A proximidade encurta o tempo de resposta, aumentando assim a capacidade militar de um amigo próximo e aliado da ASEAN [sigla inglesa da Associação de Nações do Sudeste Asiático] de responder de forma oportuna e proporcional a uma ameaça à região ou a um desafio ao status quo", afirmou no domingo (19) o alto responsável, citado na terça-feira (21) pelo jornal The Philippine Star.
Locsin Jr, conhecido nas Filipinas como Teddy Boy, argumentou que os Estados-membros da ASEAN não possuem os meios militares para manter a paz e a segurança no sudeste asiático.
"Estamos bem conscientes da grande dinâmica de poder; com um olhar aguçado nos engajaremos em uma cooperação prática e mutuamente benéfica alinhada com as áreas prioritárias [...]", acrescentou ele.
Na quarta-feira (15), os EUA, o Reino Unido e a Austrália anunciaram um novo pacto de defesa, AUKUS, que procura combater a influência da China na região Indo-Pacífico, e cuja primeira fase prevê a construção de oito submarinos movidos a energia nuclear para a Marinha da Austrália.
Na quinta-feira (16) Scott Morrison, primeiro-ministro australiano, anunciou que o país estava quebrando um contrato de 90 bilhões de dólares australianos (R$ 347,26 bilhões, na cotação atual) de submarinos convencionais com o Grupo Naval da França, uma decisão que Paris descreveu como "facada nas costas".
A China advertiu que os planos de armar a Austrália com submarinos nucleares provocarão uma corrida armamentista e prejudicarão a paz e a estabilidade na Ásia.
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