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Detalhes da aliança AUKUS teriam sido combinados na cúpula do G7 sem participação de Macron

© REUTERS / Leon Neal/PoolO primeiro-ministro britânico Boris Johnson (E), o presidente dos EUA Joe Biden (C) e o presidente da França Emmanuel Macron (D) participam de uma sessão de trabalho durante a cúpula do G7 em Carbis Bay, Cornualha, Reino Unido, em 12 de junho 2021
O primeiro-ministro britânico Boris Johnson (E), o presidente dos EUA Joe Biden (C) e o presidente da França Emmanuel Macron (D) participam de uma sessão de trabalho durante a cúpula do G7 em Carbis Bay, Cornualha, Reino Unido, em 12 de junho 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 19.09.2021
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Uma mídia britânica revela que os países membros da AUKUS discutiram os detalhes da aliança na cúpula do Grupo dos Sete (G7) em junho e o presidente francês não sabia do acordo militar.
Os detalhes do acordo militar AUKUS, entre os Estados Unidos, Reino Unido e Austrália, foram combinados sem o conhecimento do presidente francês Emmanuel Macron na cúpula do G7 em junho na Cornualha, Reino Unido, segundo informou neste sábado (18) o jornal britânico Sunday Telegraph.
Dominic Raab, que então ocupava o cargo de ministro das Relações Exteriores britânico, participou da discussão do acordo, conforme a mídia. O ministro não levou em conta os alertas de que isso poderia prejudicar as relações com a China e França.
Os documentos relacionados ao acordo AUKUS foram marcados como "ultrassecretos" pelo governo britânico, informa o artigo.
A cúpula do G7 foi realizada na Cornualha, Reino Unido, de 11 a 13 de junho. Neste ano foram convidados os líderes da Austrália, Índia, África do Sul e Coreia do Sul.
Mais cedo no mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Yves Le Drian, chamou de falsas as declarações de que os Estados Unidos discutiram com a França os planos de criar a aliança AUKUS e o acordo sobre submarinos, antes que as autoridades australianas anunciassem a rescisão do contrato com uma empresa francesa.
"Eu ouvi comentários de que tivemos discussões com os Estados Unidos [sobre submarinos] antes do anúncio [da Austrália]. Isso não é verdade", disse Le Drian ao canal France 2.
Na sexta-feira (17), o chanceler Le Drian anunciou a retirada dos embaixadores franceses nos Estados Unidos e Austrália e sua convocação a Paris para consultas devido à rescisão do contrato dos submarinos por Camberra.
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