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Após encontro com Temer, Bolsonaro recua e diz em nota que 'não teve intenção de agredir poderes'

© REUTERS / Adriano MachadoO Presidente do Brasil Jair Bolsonaro observa durante a cerimônia do Dia do Soldado, em Brasília, Brasil, 25 de agosto de 2021
O Presidente do Brasil Jair Bolsonaro observa durante a cerimônia do Dia do Soldado, em Brasília, Brasil, 25 de agosto de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.09.2021
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Com notória perda de popularidade, presidente mudou o tom em vários temas no dia de hoje (9): elogiou a China, deu ordem para os caminhoneiros terminarem paralisação e publicou nota conciliadora "fazendo as pazes" com os poderes.
Nesta quinta-feira (9), o presidente Jair Bolsonaro, divulgou um texto intitulado "Declaração à Nação" no site do governo federal, no qual afirma que nunca teve "intenção de agredir quaisquer dos poderes".
A declaração acontece após seu encontro, também no dia de hoje (9), com o ex-presidente, Michel Temer.
Bolsonaro recebeu Temer para um almoço no Palácio da Alvorada, e, de acordo com o G1, o presidente não só convidou o ex-mandatário, como também mandou um avião presidencial buscá-lo em São Paulo. O encontro durou cerca de quatro horas.
Assessores que acompanharam a reunião afirmam que, na conversa, Temer aconselhou o presidente a publicar um "manifesto de pacificação" para reaproximar os poderes, e o ajudou a escrever o texto.
© Folhapress / Pedro LadeiraEm Brasília, o presidente Jair Bolsonaro recebe a faixa presidencial das mãos do ex-presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto (foto de arquivo)
Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro recebe a faixa presidencial das mãos do ex-presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro recebe a faixa presidencial das mãos do ex-presidente Michel Temer, no Palácio do Planalto (foto de arquivo)
O chefe do Executivo afirma que a crise institucional ocorre por "discordâncias" em relação a decisões do ministro do Supremo Tribunal Eleitoral (STF), Alexandre de Moraes, e diz que essas questões "devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal".
"Quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum", afirmou.
Embora tenha feito ataques ao Supremo, o presidente afirma que sempre esteve "disposto a manter diálogo" com os demais poderes da República.
"Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles", escreveu.
Até sobre democracia entre os três poderes, o presidente fez afirmações: "Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição".
Com notória perda de popularidade, presidente mudou o tom em vários temas no dia de hoje (9): elogiou a China, deu ordem para os caminhoneiros terminarem paralisação e publicou nota conciliadora "fazendo as pazes" com os poderes.
Basta saber como seus eleitores vão reagir, uma vez que pesquisa divulgada ontem (8), apontou que bolsonaristas consideram o STF maior inimigo do que a esquerda, conforme noticiado.
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