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Notícias do Brasil
Notícias sobre política, economia e sociedade do Brasil. Entrevistas e análises de especialistas sobre assuntos que importam ao país.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta segunda-feira, 6 de setembro

© AFP 2021 / CELLOU BINANIMembros das Forças Armadas da Guiné durante o golpe militar no país, 5 de setembro de 2021
Membros das Forças Armadas da Guiné durante o golpe militar no país, 5 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 06.09.2021
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Bom dia! A Sputnik Brasil está acompanhando as matérias mais relevantes desta segunda-feira (6), marcada pela alegada tomada da província de Panjshir pelos talibãs, pelo golpe militar na Guiné e pela libertação do filho de Kadhafi.

Decisão da Anvisa de suspender partida Argentina-Brasil causa desconforto, diz AFA

A Associação do Futebol Argentino (AFA) expressou consternação com a suspensão da partida Argentina-Brasil em São Paulo logo no domingo (5). A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse que a seleção argentina tinha sido informada de antemão sobre as normas sanitárias do coronavírus, mas quatro jogadores - Emiliano Martínez, Cristian Romero, Giovani Lo Celso e Emiliano Buendía - que recentemente viajaram ao Reino Unido, não cumpriram as medidas de quarentena exigidas. A violação levou à suspensão da partida de qualificação para a Copa do Mundo de 2022 no Catar. A FIFA confirmou a decisão no Twitter. Enquanto isso, a equipe argentina disse na mesma rede social que estava indo para casa e postou uma foto dos jogadores a bordo do avião. "A Associação do Futebol Argentino expressa seu profundo desconforto com a suspensão do encontro entre a Seleção Nacional da Argentina e a Seleção Nacional do Brasil em São Paulo", declarou a AFA em comunicado, adicionando que ficou "surpreendida pelas ações da Anvisa após o jogo começar". A AFA confirmou que a seleção argentina cumpriu todos os protocolos sanitários estabelecidos pela Conmebol. O portal G1 relatou entretanto que a polícia brasileira não vai investigar os quatro jogadores argentinos que violaram as regulamentações sanitárias.
© REUTERS / Amanda PerobelliLionel Messi da Argentina e Neymar do Brasil durante interrupção na partida Argentina-Brasil, 5 de setembro de 2021
Lionel Messi da Argentina e Neymar do Brasil durante interrupção na partida Argentina-Brasil, 5 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Lionel Messi da Argentina e Neymar do Brasil durante interrupção na partida Argentina-Brasil, 5 de setembro de 2021

Governo de SP recebe 64 denúncias de vacinação irregular

A força-tarefa do governo paulista que investiga irregularidades na campanha de vacinação contra o coronavírus já recebeu 64 denúncias, informou ontem (5) o jornal Folha de São Paulo. Delas, 22 são de "revacinação". Na sequência, foram instaurados oito procedimentos. O coordenador do grupo, o secretário da Justiça e Cidadania Fernando José da Costa, prometeu punir os infratores, afirmando que "o fura-fila é um desrespeito à vida do próximo". Além disso, após a Anvisa ter suspendido no sábado (4) a utilização de mais de 12 milhões de doses da vacina CoronaVac envasadas em planta não aprovada pelo órgão, três dos cinco municípios do Rio que receberam o lote suspenso disseram não ter aplicado o imunizante. Os municípios de Maricá, Niterói e São Gonçalo cumpriram o requerimento da agência. Mesmo assim, o Instituto Butantan, fabricante da vacina, ressaltou a qualidade e a segurança do imunizante e afirma que não há motivo para pânico. Entretanto, o Brasil confirmou mais 257 mortes e 9.138 casos de COVID-19, totalizando 583.570 óbitos e 20.881.555 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.
© REUTERS / Carla CarnielLotes da vacina CoronaVac distribuída pelo Instituto Butantan, em São Paulo, 16 de agosto de 2021
Lotes da vacina CoronaVac distribuída pelo Instituto Butantan, em São Paulo, 16 de agosto de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Lotes da vacina CoronaVac distribuída pelo Instituto Butantan, em São Paulo, 16 de agosto de 2021

Em carta, ex-presidentes e parlamentares de 26 países alertam para 'insurreição' no Brasil em 7 de setembro

Uma carta com mais de 150 assinaturas de ex-presidentes, antigos premiês e parlamentares de 26 países que deve ser divulgada hoje (6) afirma que os atos de protesto convocados pelo presidente Jair Bolsonaro para dia 7 de setembro são "uma insurreição". Entre os signatários do documento estão o ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo, o ex-primeiro-ministro da Espanha José Luis Rodríguez Zapatero e o vice-presidente do Parlamento do Mercosul, Oscar Laborde, entre outros, bem como parlamentares dos EUA, da Grécia, Reino Unido, França, Nova Zelândia, Austrália, Equador, Chile e Uruguai. "Estamos seriamente preocupados com a ameaça iminente às instituições democráticas do Brasil — e estamos vigilantes para defendê-las antes e depois do dia 7 de setembro", segundo cita a Folha. O texto se refere às declarações ameaçadoras divulgadas por Bolsonaro de que, sem implementação do voto impresso, as eleições de 2022 podem não ocorrer. Entretanto, conforme mostra a pesquisa do Instituto Atlas Intelligence, 30% dos policiais militares pretendem ir "com certeza" aos protestos desta terça-feira (7) convocados pelo presidente, contra o STF. No entanto, os regulamentos das Polícias Militares proíbem aos agentes da ativa participarem de atos políticos.
© Folhapress / Leandro De Santana/Agência Pixel PressPresidente Jair Bolsonaro participa da cerimônia de posse do novo comandante militar do Nordeste, Pernambuco, 3 de setembro de 2021
Presidente Jair Bolsonaro participa da cerimônia de posse do novo comandante militar do Nordeste, Pernambuco, 3 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Presidente Jair Bolsonaro participa da cerimônia de posse do novo comandante militar do Nordeste, Pernambuco, 3 de setembro de 2021

Talibã declara captura do último 'bastião' da resistência no país; Panjshir refuta declarações

A província afegã de Panjshir, bastião da resistência no país, está agora sob o controle total do Talibã (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países), anunciou hoje (6) o porta-voz do movimento, Zabihullah Mujahid. "O último reduto de mercenários inimigos, a província de Panjshir, está completamente tomada […] Os mais recentes esforços para garantir a segurança completa no país também trouxeram resultados, e a província de Panjshir ficou sob o controle total do Emirado Islâmico", disse Mujahid. Enquanto isso, as forças de resistência em Panjshir refutaram por sua vez as declarações dos talibãs. "A declaração do Talibã sobre a captura de Panjshir não corresponde à verdade. As forças da Frente da Resistência estão presentes em todas as posições estratégicas em todo o vale para continuar a luta. Asseguramos ao povo afegão que o combate contra o Talibã e seus parceiros vai continuar até que a justiça e liberdade prevaleçam", disse o comunicado da Frente divulgado no Twitter. Panjshir, localizada a nordeste de Cabul, permanece a única província afegã que não é controlada pelos talibãs. As forças de resistência, lideradas por Ahmad Massoud, prometeram cessar a luta contra o movimento se ele proporcionar liberdade e igualdade a todos os cidadãos e formar um governo inclusivo. No domingo (5), foi relatada a morte do porta-voz da Frente de Resistência, Fahim Dashti, na sequência dos confrontos com o Talibã.
© REUTERS / Rede socialVista de portão do gabinete do governador da província de Panjshir, Afeganistão, 6 de setembro de 2021
Vista de portão do gabinete do governador da província de Panjshir, Afeganistão, 6 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Vista de portão do gabinete do governador da província de Panjshir, Afeganistão, 6 de setembro de 2021

Presidente da Guiné detido durante golpe militar no país

Os rebeldes da Guiné prometeram manter a segurança dos residentes locais após o golpe no domingo (5), disse a junta militar, que agora se autodenomina Comitê Nacional de Rali e Desenvolvimento (CNRD). Ontem (5), as autoridades guineanas notificaram que o palácio presidencial foi atacado pelos rebeldes, que detiveram o presidente do país africano, Alpha Condé. "Tomamos todas as medidas para assegurar que [o presidente] tenha acesso a cuidados de saúde e ele também está em contato com seus médicos", disseram eles. O líder do golpe, Mamady Doumbouya, anunciou a dissolução do governo, enquanto os rebeldes decretaram o toque de recolher obrigatório no país, dizendo que estão substituindo governadores e prefeitos locais por militares. "Serão tomadas todas as medidas necessárias para garantir a segurança dos cidadãos pacíficos, bem como de suas propriedades. Todas as unidades do interior devem manter a calma e evitar movimentos em direção [à capital] Conacri", conforme o comunicado do CNRD. Segundo o documento, o toque de recolher na Guiné é aplicado a partir das 20h00 locais, até nova ordem. Os ministros cessantes, membros do gabinete de Condé e outros altos funcionários são convidados para uma reunião organizada pelos rebeldes na segunda-feira (6). "Qualquer recusa em comparecer será considerada rebelião contra o CNRD", segundo o Comitê.
© AFP 2021 / CELLOU BINANIPessoas nas ruas da Guiné após detenção do presidente Alpha Condé durante golpe militar na capital guineana, 5 de setembro de 2021
Pessoas nas ruas da Guiné após detenção do presidente Alpha Condé durante golpe militar na capital guineana, 5 de setembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 09.11.2021
Pessoas nas ruas da Guiné após detenção do presidente Alpha Condé durante golpe militar na capital guineana, 5 de setembro de 2021

Filho de Kadhafi foi libertado da prisão na Líbia

Saadi Kadhafi, filho do falecido governante líbio Muammar Kadhafi, derrubado e morto em uma revolta em 2011, foi libertado da prisão, confirmou à AFP uma fonte do Ministério da Justiça neste domingo (5). "Saadi Muammar Kadhafi foi libertado da prisão", na sequência de uma decisão judicial há vários anos, disse a fonte, sem especificar se ele ainda está no país. Algumas mídias relataram que ele teria viajado para a Turquia. Outra fonte, do Ministério Público, também confirmou à AFP que ele foi libertado e está livre para ficar ou sair do país. Saadi, de 47 anos, era conhecido por seu modo de vida de playboy durante o governo de seu pai. Ele fugiu ao Níger na sequência da insurreição apoiada pela OTAN em 2011, mas foi extraditado para a Líbia em 2014. Antigo jogador de futebol na Itália, Saadi foi detido em uma prisão de Trípoli, acusado de crimes cometidos contra manifestantes e do assassinato em 2005 de um treinador de futebol líbio, Bashir al-Rayani. Em abril de 2018, o tribunal de apelação absolveu-o do assassinato de Rayani.
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