Agência norte-americana autoriza 3ª dose contra COVID-19 para pessoas imunossuprimidas

© REUTERS / Carlos OsorioEm Toronto, no Canadá, um profissional de saúde prepara uma dose da vacina da Pfizer/BioNTech contra a COVID-19, em 5 de maio de 2021
Em Toronto, no Canadá, um profissional de saúde prepara uma dose da vacina da Pfizer/BioNTech contra a COVID-19, em 5 de maio de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 13.08.2021
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Alguns outros países, como Israel e Alemanha, planejam ou já administram a terceira dose de vacinas contra a COVID-19 para evitar outra crise devido à variante Delta, a cepa mais contagiosa do novo coronavírus.

A Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) dos EUA autorizou doses de reforço de vacinas contra COVID-19 da Pfizer/BioNTech e da Moderna para pessoas com sistemas imunológicos comprometidos.

Alguns outros países, como Israel e Alemanha, planejam ou já administram a terceira dose para evitar outra crise devido à variante Delta, a cepa mais contagiosa do novo coronavírus.

© REUTERS / Amir CohenTrabalhadora da saúde se prepara para administrar dose de vacina contra a doença do coronavírus (COVID-19) em Tel Aviv, Israel, 21 de junho de 2021
Agência norte-americana autoriza 3ª dose contra COVID-19 para pessoas imunossuprimidas - Sputnik Brasil, 1920, 13.08.2021
Trabalhadora da saúde se prepara para administrar dose de vacina contra a doença do coronavírus (COVID-19) em Tel Aviv, Israel, 21 de junho de 2021

Cientistas ainda estão divididos a respeito do uso abrangente de terceiras doses de vacinas contra a COVID-19 em pessoas com problemas de saúde preexistentes, já que os benefícios destas doses ainda não comprovados cientificamente.

A Pfizer afirma que a eficácia da vacina que desenvolveu com a BioNTech diminui com o tempo, citando um estudo que mostrou uma eficácia de 84% após um pico de 96% quatro meses após a segunda dose. A Moderna também diz que vê a necessidade futura de doses de reforço, especialmente porque a variante Delta provoca infecções "novas" em pessoas totalmente vacinadas.

Um estudo recente da Clínica Mayo mostrou que a eficácia das duas vacinas cai significativamente: a da Moderna caiu de 86% para 76%, e a eficácia da Pfizer caiu ainda mais significativamente, de 86% para 42%.

Dessa forma, na quinta-feira (12), a FDA retificou as autorizações de uso emergencial das vacinas para permitir uma dose adicional em certos indivíduos, especificamente pessoas que passaram por transplantes de órgãos ou diagnosticadas com doenças que se considera terem um nível equivalente ao imunocomprometimento.

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