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Testes dos EUA mostram que não têm medo de míssil 'assassino de porta-aviões' da China, diz analista

© REUTERS / Marinha dos EUA Porta-aviões dos EUA Carl Vinson no oceano pacífico, em 30 de janeiro de 2017
 Porta-aviões dos EUA Carl Vinson no oceano pacífico, em 30 de janeiro de 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 12.08.2021
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Os ensaios bem-sucedidos de impacto de explosão da Marinha dos EUA no porta-aviões USS Gerald R. Ford enviaram uma mensagem para a China e Rússia de que os Estados Unidos não estão preocupados com os mísseis chamados de "assassinos de porta-aviões", disse um analista militar chinês.

No domingo (8), o novo e mais avançado porta-aviões nuclear norte-americano completou o terceiro e último teste de choque no navio na costa da Flórida, após os testes anteriores em 16 e 18 de julho, de acordo com o comunicado de imprensa da Marinha.

Durante os testes, 18 toneladas de explosivos, o equivalente a um terremoto de magnitude de 3,9, foram detonados debaixo d'água, cada vez mais perto do porta-aviões. O navio não sofreu grandes perdas e menos danos do que o esperado, informaram os representantes.

"Os testes demostraram, e provaram para a tripulação, de forma bastante drástica, que o navio será capaz de suportar choques formidáveis e continuar operando em condições extremas", disse Brian Metcalf, o gerente do escritório do programa de futuros porta-aviões da Marinha.

O analista chinês Song Zhongping afirmou que, além de coletar dados, mais uma razão para os testes era transmitir à Rússia e China a mensagem de que os porta-aviões norte-americanos têm alta resistência e que eles não estão preocupados com suas armas convencionais antinavio.

"A detonação de 40.000 libras [18.000 quilos] de explosivos foi muito maior do que de qualquer ogiva de um míssil ou torpedo convencional", comentou Song, citado pelo South China Morning Post.

O analista chinês disse que os testes do USS Gerald R. Ford mostram que esses navios poderiam suportar algumas minas aquáticas ou ataques de mísseis de proximidade, mas não mostraram sua resistência contra um impacto direto.

A China desenvolveu os mísseis balísticos antinavio chamados de "assassinos de porta-aviões" DF-21D e DF-26, que supostamente atingiram simultaneamente um navio-alvo em movimento a milhares de quilômetros de distância no mar do Sul da China em agosto passado.

A Rússia está testando o míssil de cruzeiro antinavio hipersônico Tsirkon, capaz de atingir uma velocidade máxima de Mach 9 (11.016 km/h).

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