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Notícias do Brasil
Notícias sobre política, economia e sociedade do Brasil. Entrevistas e análises de especialistas sobre assuntos que importam ao país.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta terça-feira, 10 de agosto

© REUTERS / Adriano MachadoPresidente Jair Bolsonaro na rampa do Palácio do Planalto, após uma reunião para entregar a medida provisória com mudanças no programa Bolsa Família, Brasília, 9 de agosto de 2021
Presidente Jair Bolsonaro na rampa do Palácio do Planalto, após uma reunião para entregar a medida provisória com mudanças no programa Bolsa Família, Brasília, 9 de agosto de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 10.08.2021
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Bom dia! A Sputnik Brasil está acompanhando as matérias mais relevantes desta terça-feira (10), marcada pela advertência da irmã de Kim Jong-un, qualificando o exercício EUA-Coreia do Sul de "ensaio de guerra nuclear", pela reunião da Troika estendida em Doha e pelas acusações de abuso sexual contra um filho da rainha britânica.

Votação do PEC do voto impresso e desfile militar com participação de Bolsonaro

Hoje (10), está prevista a análise da proposta de emenda à Constituição (PEC) do voto impresso no plenário da Câmara, conforme reafirmou o presidente da Câmara, Arthur Lira. O relatório favorável à proposta tinha sido derrotado na comissão especial na semana passada. A impressão do voto é veementemente defendida pelo presidente Jair Bolsonaro, que suspeita o voto eletrônico de fraude, mas nunca apresentou comprovações de suas alegações. De acordo com o jornal Folha de São Paulo, os apoiadores do presidente têm intenção de pressionar os parlamentares para que eles aprovem o texto. O próprio chefe do Executivo fez um discurso defendendo a emenda. Ele mobilizou militares para pressionar a Câmara e convocou eles para realizar um desfile de blindados da Marinha e armamentos nesta terça-feira (10). O ministro da Defesa, Walter Braga Netto, também deve participar do ato. Os deputados reagiram ao anúncio e o interpretaram como provocação e tentativa de intimidação do plenário.

  • Adicionalmente, na noite desta segunda-feira (9), a comissão especial da Câmara aprovou algumas mudanças na legislação eleitoral. O objetivo do texto-base é introduzir o chamado distritão misto nas eleições seguintes para deputados federais, estaduais e vereadores. No âmbito desse sistema, não haverá necessidade de delimitar distritos eleitorais pelo TSE, já que a própria unidade federal será o distrito eleitoral. O projeto prevê a volta de coligações partidárias e a possibilidade de votar em até cinco candidatos a presidente, governador ou prefeito, em ordem de preferência, a partir de 2024. O texto foi aprovado por 22 votos a favor e 11 contra e será encaminhado para votação no plenário na quinta-feira (12).
© AP Photo / Eraldo PeresPresidente Jair Bolsonaro acompanhado por agentes de segurança após encontro na Câmara dos Deputados, Brasília, 9 de agosto de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta terça-feira, 10 de agosto - Sputnik Brasil, 1920, 10.08.2021
Presidente Jair Bolsonaro acompanhado por agentes de segurança após encontro na Câmara dos Deputados, Brasília, 9 de agosto de 2021

Alegado surto da COVID-19 entre militares em Formosa pode provocar mais casos em Brasília

Na véspera do ato de blindados com Jair Bolsonaro, surgiu uma informação de que os militares podem trazer para o centro da capital do país mais infecções do coronavírus. O Correio Brasiliense afirma que há um surto da COVID-19 entre os militares que participam dos exercícios da corporação em Formosa, mas, de acordo com um informante ouvido pela mídia, os oficiais estariam tentando sufocar essa informação. Conforme a reportagem do veículo de imprensa, vários militares mais velhos recusaram se vacinar a exemplo do presidente, enquanto os mais jovens ainda não estão na faixa etária em suas regiões. "Isso está provocando um surto no campo de treino", contou uma fonte ligada a militares presentes no exercício. Entretanto, o Brasil confirmou mais 237 mortes e 15.306 casos de COVID-19, totalizando 563.707 óbitos e 20.178.143 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

© Folhapress / Pedro LadeiraMilitares realizam cerimônia de descerramento de bandeira, em frente do Ministério da Defesa, em Brasília
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta terça-feira, 10 de agosto - Sputnik Brasil, 1920, 10.08.2021
Militares realizam cerimônia de descerramento de bandeira, em frente do Ministério da Defesa, em Brasília

Coreia do Norte qualifica próximo exercício dos EUA e Coreia do Sul como 'ensaio de guerra nuclear'

Kim Yo-jong, irmã do líder norte-coreano Kim Jong-un, submeteu a duras críticas Seul e Washington por sua intenção de realizar uma série de exercícios militares em agosto. "São a expressão mais vívida da política hostil dos Estados Unidos em relação à República Popular Democrática da Coreia, concebida para sufocar nosso Estado pela força, e um inoportuno ato de autodestruição, pelo qual devem pagar caro, porque ameaçam a segurança de nosso povo e ameaçam ainda mais a situação na península da Coreia", ressaltou a alta funcionária em um comunicado, emitido pela Agência Central de Notícias de Coreia (KCNA, na sigla em inglês). A Coreia do Sul e os EUA planejam realizar nesta semana uma simulação de treinamento de pessoal de gestão de crises e um treinamento militar em grande escala de 16 a 26 de agosto. A irmã de Kim lamentou "a atuação pérfida" do Sul, qualificou o próximo exercício como "uma loucura" e "um ensaio de guerra nuclear". O Norte, segundo ela, se esforçará por aumentar ainda mais suas capacidades de dissuasão, incluindo "um poderoso ataque preventivo para combater rapidamente qualquer ação militar adversária". Kim Yo-jong também insistiu em pôr fim à permanência das tropas americanas no sul da península, ao afirmar que é "a causa fundamental do agravamento periódico da situação". "Para que a paz se estabeleça na península, é imperativo que os Estados Unidos retirem suas tropas ofensivas e seu equipamento de guerra enviados para a Coreia do Sul", disse.

© AFP 2021 / SEONGJOON CHOKim Yo-jong fala com personalidades oficiais norte-coreanas na Assembleia Nacional de Hanói, 1º de março de 2019
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta terça-feira, 10 de agosto - Sputnik Brasil, 1920, 10.08.2021
Kim Yo-jong fala com personalidades oficiais norte-coreanas na Assembleia Nacional de Hanói, 1º de março de 2019

Troika se reúne em Doha para resolver situação no Afeganistão

O encontro da Troika estendida, formada pela Rússia, China, Estados Unidos e Paquistão, sobre a resolução da questão dos confrontos armados no Afeganistão, deve começar hoje (10), no Catar. O objetivo da reunião é trazer as forças políticas afegãs de volta à mesa das negociações, em uma tentativa de conter os combates entre as forças governamentais de Cabul e o Talibã (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países). As negociações se realizarão a portas fechadas, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores catariano. O tema principal da agenda será uma revisão da situação atual no Afeganistão, onde os talibãs intensificaram uma ofensiva e começaram a capturar capitais provinciais, informou recentemente a chancelaria do Paquistão. O representante especial da Presidência russa para o Afeganistão, Zamir Kabulov, contou à Sputnik que Moscou tem "as melhores expetativas" quanto às próximas conversações, porém não espera quaisquer avanços reais, pelo menos, até outubro-dezembro. As consultas estendidas da Troika surgem na sequência de reuniões separadas com as delegações do Talibã em Moscou e na cidade chinesa de Tianjin. Durante sua visita à Rússia, os talibãs prometeram não ameaçar os países vizinhos na Ásia Central, que fazem fronteira com a Rússia, e combater o Daesh (organização terrorista do proibida na Rússia) em seu território. Depois da visita, o chanceler russo Sergei Lavrov culpou o governo afegão por ter protelado as negociações de paz de Doha devido a lutas pelo poder, exortando ambos os lados a retomarem as negociações o mais rápido possível.

© AP Photo / Rahmat GulAfegãos deslocados das províncias do norte, que fugiram de casa devido a combates entre o Talibã e forças afegãs, no parque público em Cabul, Afeganistão, 9 de agosto de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta terça-feira, 10 de agosto - Sputnik Brasil, 1920, 10.08.2021
Afegãos deslocados das províncias do norte, que fugiram de casa devido a combates entre o Talibã e forças afegãs, no parque público em Cabul, Afeganistão, 9 de agosto de 2021

Filho da rainha Elizabeth II é processado por alegado abuso sexual

Nesta segunda-feira (9), o príncipe britânico Andrew foi processado em um tribunal de Nova York, EUA, por alegado abuso sexual de uma mulher que diz ter sido "emprestada" para sexo pelo falecido financeiro dos EUA Jeffrey Epstein. O tribunal distrital dos EUA em Manhattan disse que Virginia Giuffre era queixosa no caso contra o réu, nomeado como "príncipe Andrew, duque de York". Giuffre alegou que "foi regularmente abusada por Epstein e foi emprestada por ele a outros homens poderosos para fins sexuais". "Um homem tão poderoso... foi o réu, o príncipe Andrew." De acordo com a denúncia, Giuffre disse que Andrew abusou sexualmente dela na casa de Londres da socialite Ghislaine Maxwell há mais de 20 anos, quando ela tinha menos de 18 anos. "Epstein, Maxwell e o príncipe Andrew forçaram a queixosa, uma criança, a ter relações sexuais com o príncipe Andrew contra sua vontade", diz o texto. O próprio príncipe, atualmente de 61 anos de idade, negou veementemente as alegações de ter feito sexo com Giuffre, e disse que não tem nenhuma lembrança de conhecê-la. No entanto, tais alegações ameaçam prejudicar a família real britânica.

© REUTERS / Chris JacksonPríncipe Andrew durante o funeral de seu pai, o príncipe Philip, Castelo de Windsor, Reino Unido, 17 de abril de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta terça-feira, 10 de agosto - Sputnik Brasil, 1920, 10.08.2021
Príncipe Andrew durante o funeral de seu pai, o príncipe Philip, Castelo de Windsor, Reino Unido, 17 de abril de 2021

'Alerta vermelho': cientistas da ONU advertem contra agravamento do aquecimento global

Líderes mundiais, grupos ambientais e políticos reagiram ao relatório científico "assustador" da ONU sobre o clima com uma mistura de horror e esperança com a escala da emergência. O relatório do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) afirma que estas alterações são claramente de origem humana, sendo "um fato inequívoco e comprovado". Conforme dados relatados, se não se começar de imediato a reduzir as emissões de gás de efeito de estufa até zero, o crescimento da temperatura média no planeta até ano de 2050 pode ser cerca de 1,5 graus Célsius. O jornal New York Times escreve que, segundo dados, a partir do século XIX a temperatura média na Terra subiu 1,1 graus Célsius. A razão disso é, entre outros, a utilização do carvão, petróleo e gás como fontes de energia. Nota-se que a atividade humana já tem consequências visíveis: apenas durante os últimos meses em resultado do calor morreram centenas de pessoas nos EUA e Canadá, graves inundações atingiram a Alemanha e a China, e incêndios florestais descontrolados têm alastrado na Sibéria, Turquia e Grécia. O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse que o relatório "deve soar um gongo de alerta de morte" para o carvão, petróleo e gás e advertiu que os combustíveis fósseis estão destruindo o planeta. Leia hoje (10) no nosso site a entrevista em relação ao tema.

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