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Refugiado que ateou fogo na Catedral de Nantes confessa ter matado sacerdote na França, diz mídia

© AFP 2021 / Loic VenanceCatedral de Nantes, França
Catedral de Nantes, França - Sputnik Brasil, 1920, 09.08.2021
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O ministro do Interior da França, Gérald Darmanin foi para o departamento de Vendée, onde o assassinato ocorreu.

Um padre católico foi morto em Mortagne-sur-Sèvre, no oeste da França, segundo as autoridades.

O suspeito, um refugiado do Ruanda chamado Emmanuel Abayisenga, o mesmo homem acusado anteriormente de atear fogo na Catedral de Nantes, entregou-se à polícia nesta segunda-feira (9).

Expresso "todo o meu apoio aos católicos de nosso país após o assassinato dramático de um sacerdote na região de Vendée", escreveu Darmanin em seu Twitter, dizendo que estava indo para o local do crime.

​Expresso todo o meu apoio aos católicos de nosso país após o assassinato dramático de um sacerdote na região de Vendée.

As autoridades revelaram a identidade do sacerdote: é Olivier Maire, de 60 anos de idade.

Marine Le Pen, considerada a principal figura da oposição ao presidente da França, Emmanuel Macron, para as eleições de 2022, comentou a ação em seu Twitter.

​Na França, pode-se ser um imigrante ilegal, incendiar a catedral de Nantes, nunca ser deportado e depois reincidir, assassinando um padre. O que está acontecendo em nosso país é de uma gravidade sem precedentes: é o completo fracasso do Estado e de Darmanin.

O ministro criticou as palavras da líder da extrema direita: "Que indignidade! Em vez de expressar sua compaixão pelos católicos que acolheram este assassino, a madame le Pen polemiza sem conhecer os fatos: esse estrangeiro não poderia ser deportado apesar de sua ordem de deportação enquanto seu controle judicial não tivesse sido levantado".

Em 2020, Abayisenga foi detido por incêndio criminoso e estava sob supervisão judicial. De acordo com as autoridades francesas, ele teve seu pedido de asilo recusado em 2019 e deveria ter deixado o país. Na época, ele confessou que a decisão de incendiar a catedral foi motivada pela rejeição de seu asilo pelas autoridades francesas.

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