Pyongyang rotula de 'provocação' plano do Reino Unido de implantar navios de guerra na Ásia-Pacífico

© Foto / Domínio público / LPhot Belinda AlkerCaças F-35B Lightning II no convés do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth
Caças F-35B Lightning II no convés do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth - Sputnik Brasil, 1920, 04.08.2021
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Nesta terça-feira (3) a Coreia do Norte criticou o Reino Unido pelo seu plano de implantar de forma permanente dois navios de guerra na região da Ásia-Pacífico, classificando-o de "provocação".

O comunicado, divulgado na página oficial do Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Norte, condena a decisão do Reino Unido, bem como as observações do ministro da Defesa britânico Ben Wallace, que sugeriu que Pyongyang e Pequim estão tentando isolar o Japão e a Coreia do Sul e ameaçar a liberdade de navegação na região.

"É uma espécie de provocação contra nós. O Reino Unido, que agrava a situação ao enviar seus navios de guerra para longínqua Ásia-Pacífico, está usando nossa 'ameaça' como desculpa. Isso só resultará em forte resistência de outros países e tensão na já sensível situação regional", lê-se no comunicado.

© REUTERS / Marinha dos EUA/Capt. Jim McCallOs aviões ameicanos F/A-18E e F/A-18F Super Hornets sobrevoam o porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth durante as manobras Saxon Warrior no Atlântico, em 5 de agosot de 2017
Pyongyang rotula de 'provocação' plano do Reino Unido de implantar navios de guerra na Ásia-Pacífico - Sputnik Brasil, 1920, 04.08.2021
Os aviões ameicanos F/A-18E e F/A-18F Super Hornets sobrevoam o porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth durante as manobras Saxon Warrior no Atlântico, em 5 de agosot de 2017
"Seria melhor para o Reino Unido concentrar-se no resultado problemático do Brexit, em vez de colocar em risco outros de forma pouco razoável pela realização dos seus objetivos políticos" assinala a declaração, afirmando que já passaram os dias em que a nação europeia poderia "colonizar à vontade".

Pyongyang disse que a notícia do plano coincide com a passagem do porta-aviões britânico HMS Queen Elizabeth e seus navios de escolta através dos mares em que a China está competindo por influência com os EUA e o Japão.

Pequim designou a incursão do porta-aviões no mar do Sul da China uma provocação política deliberadamente hostil que poderia "desestabilizar a paz regional".

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