Navio-tanque sob bandeira de Cingapura 'perdeu o controle' no golfo de Omã, diz portal

© REUTERS / Lucy NicholsonPetroleiros no mar (imagem referencial)
Petroleiros no mar (imagem referencial) - Sputnik Brasil, 1920, 03.08.2021
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Quatro navios-tanque que estavam navegando ao largo da costa dos Emirados Árabes Unidos comunicaram ter perdido o controle de sua direção, segundo a AP.

O petroleiro Golden Brilliant, que navega sob bandeira de Cingapura, "perdeu o controle" no golfo de Omã, informa na terça-feira (3) o portal de rastreamento de navios Marine Traffic.

O navio-tanque transmitiu avisos de que perdeu o controle de sua direção em circunstâncias pouco claras, de acordo com a fonte.

O status da embarcação no portal está listado como "perdeu o controle" (Not Under Command).

Segundo a agência norte-americana Associated Press (AP), pelo menos quatro navios ao largo da costa dos Emirados Árabes Unidos (EAU) transmitiram avisos de que perderam o controle de sua direção. São os navios Queen Ematha, Golden Brilliant, Jag Pooja e Abyss.

O aviso dado pelos navios significa que perderam potência e não podem mais pilotar, explica a AP.

O Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, na sigla em inglês) apenas advertiu que "está ocorrendo um incidente" na zona, sem dar mais detalhes. O portal de rastreamento de aeronaves FlightRadar24 revelou que um Airbus C-295MPA, pertencente à Força Aérea Real de Omã, estava voando sobre a área onde os navios se encontravam.

O navio Asphalt Princess, sob a bandeira do Panamá, foi abordado por um grupo de oito ou nove pessoas armadas, reportou na terça-feira (3) a emissora Sky News. A fonte de segurança da mídia teria dito que se tratava de uma ação proibida.

Na quinta-feira (29) foi atacado no mar Arábico com um drone o Mercer Street, um petroleiro de bandeira liberiana, da empresa Zodiac Maritime, propriedade do empresário israelense Eyal Ofer. O incidente resultou na morte de dois tripulantes, um capitão romeno e um segurança britânico.

Os EUA e o Reino Unido culparam o Irã pelo ataque. O Ministério das Relações Exteriores do Irã, por sua vez, chamou as acusações de contraditórias e infundadas.

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