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Marinha dos EUA: para Ártico não se tornar contestado é preciso colaboração, 'mesmo com os russos'

© AP Photo / Saul LoebAvião transportando Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA, voando sobre as áreas geladas da Groenlândia, 20 de maio de 2021
Avião transportando Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA, voando sobre as áreas geladas da Groenlândia, 20 de maio de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 03.08.2021
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A Marinha norte-americana sugeriu que os EUA aumentem sua presença e realizem parcerias internacionais no Ártico, particularmente com a Rússia, que está "reforçando" exercícios regionais.

É necessário que Washington desenvolva parcerias no Ártico para assegurar que a região não se torna uma zona disputada, afirmou na segunda-feira (2) Andrew Lewis, vice-almirante e comandante da 2ª Frota da Marinha dos EUA, durante a Exposição Mar-Ar-Espaço de 2021 da Liga da Marinha.

"O Ártico é uma área de colaboração, mas só permanecerá uma área de colaboração se continuarmos construindo essas relações, mesmo com os russos. Temos que trabalhar juntos porque o ambiente é muito, muito desafiador [...] e o ambiente está mudando", disse Lewis, que também chefia o Comando de Forças Conjuntas Norfolk da OTAN, em referência às mudanças climáticas na área do polo Norte.

Para isso, o militar sugeriu que os EUA aumentem sua presença na região.

"[...] Se não estivermos presentes lá, e se não continuarmos construindo essas parcerias, será um espaço contestado", disse Lewis, apontando que, se os norte-americanos não marcarem presença, eles cederão o espaço "aos russos ou a alguém diferente".

A força norte-americana planejada para operar no Ártico é a Guarda Costeira, mas é possível realizar parcerias por outros ramos militares ou navais, referiu Andrew Lewis. Atualmente, a Guarda Costeira dos EUA colabora estreitamente com as 2ª, 3ª e 5ª Frotas da Marinha do país.

Em janeiro de 2021, a Marinha dos EUA publicou uma estratégia para o Ártico, fixando como um dos objetivos "operar mais assertivamente" na região devido à Rússia estar "reforçando" os exercícios regionais, o mesmo se aplicando à China, que nas "próximas décadas" aumentará sua atividade naval "nas águas do Ártico".

Os EUA têm intensificado sua presença no Ártico nos últimos anos. O porta-aviões Harry S. Truman operou no mar da Noruega em 2018, sendo a primeira vez que um navio norte-americano desse tipo esteve no Ártico desde 1991. Além disso, em maio de 2021, quatro embarcações da Marinha norte-americana navegaram no mar de Barents, entre a Noruega e a Rússia, a primeira vez que um navio de superfície dos EUA entrou neste mar desde meados dos anos 1980.

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