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Situação da Marinha britânica é 'operacionalmente inaceitável', segundo Parlamento

© REUTERS / Ministério do Interior da Geórgia / HandoutNavio de guerra HMS Defender da Marinha Real Britânica se aproxima do porto de Batumi, Geórgia, no mar Negro, 26 de junho de 2021
Navio de guerra HMS Defender da Marinha Real Britânica se aproxima do porto de Batumi, Geórgia, no mar Negro, 26 de junho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 23.07.2021
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Parlamentares britânicos reconheceram que apenas um dos seis destróieres Type 45 da Marinha Real está operacional.

A situação foi definida pelo presidente da Comissão de Defesa da câmara baixa do Parlamento do Reino Unido, Tobias Ellwood, como "operacionalmente inaceitável".

Durante a reunião da comissão de Defesa de terça-feira (20), no Palácio de Westminster com altos responsáveis do Ministério da Defesa e militares de alta patente, os deputados constataram que atualmente o HMS Defender é o único navio que não apresenta problemas.

O ministro de Aquisições de Defesa do Reino Unido, Jeremy Quin, confirmou que os destróieres HMS Daring e HMS Duncan estão passando por manutenção, enquanto o HMS Dauntless está em um processo de modernização, que será concluído no final do ano.

Espera-se que o HMS Dragon, que atualmente também está em manutenção, só ficará disponível, segundo Quin, daqui a alguns meses. Entretanto, o HMS Diamond registra problemas com a propulsão.

"O HMS Defender é atualmente o nosso único destróier Type 45 em operação. Se este navio apresentar problemas de propulsão, que temos observado em toda a família do Type 45, nosso grupo de porta-aviões seria obrigado a se apoiar em um aliado da OTAN para garantir a proteção dos destróieres", concluiu Ellwood.

No dia 23 de junho, o destróier britânico HMS Defender ingressou três quilômetros nas águas territoriais da Rússia, próximo da Crimeia, abandonando a área depois de a Marinha russa abrir fogo de advertência, segundo o Ministério da Defesa da Rússia.

Moscou considerou a manobra do navio uma violação da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar e instou a Londres a investigar minuciosamente as ações de seu navio.

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