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COVID-19: Anvisa propõe suspender vacinação de grávidas com imunizantes da Janssen e da AstraZeneca

© REUTERS / Hannah BeierGrávida recebe a vacina da Pfizer/BioNTech contra a COVID-19, EUA, 11 de fevereiro de 2021
Grávida recebe a vacina da Pfizer/BioNTech contra a COVID-19, EUA, 11 de fevereiro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 05.07.2021
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Em maio, a agência reguladora já tinha recomendado a suspensão do uso da vacina contra a COVID-19 da Oxford/AstraZeneca em gestantes.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda a suspensão da aplicação de vacinas contra a COVID-19 da Oxford/AstraZeneca e da Janssen, da empresa farmacêutica da Johnson & Johnson, em gestantes.

A indicação se aplica aos imunizantes que usam vetor adenoviral. Em maio, a agência já tinha recomendado a suspensão do uso da vacina Oxford/AstraZeneca nesse grupo.

"Apesar do baixo risco de ocorrência de trombose com trombocitopenia (TTS), que pode ocorrer em 0,1% a 0,5% do total de vacinados, há a necessidade de se instituir medidas para a identificação precoce de casos suspeitos e a intervenção oportuna para uma melhor evolução clínica", lê-se no comunicado da Anvisa.

Em abril, as gestantes foram incluídas na lista de prioridade para vacinação contra o SARS-CoV-2 porque fazem parte do grupo de risco. Até o mês passado, 1.156 gestantes tinham morrido de COVID-19 em 2021. Em 2020, foram 560 mortes neste grupo.

© Folhapress / João Gabriel Alves/Agência EnquadrarMulher grávida recebe a vacina CoronaVac no Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, no Rio de Janeiro
COVID-19: Anvisa propõe suspender vacinação de grávidas com imunizantes da Janssen e da AstraZeneca - Sputnik Brasil, 1920, 05.07.2021
Mulher grávida recebe a vacina CoronaVac no Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, no Rio de Janeiro
O comunicado termina reforçando "a relação benefício-risco favorável das vacinas contra COVID-19 autorizadas para uso no país, sendo essencial a continuidade da imunização da população".

No domingo (4), o Brasil confirmou mais 776 mortes e 25.794 casos de COVID-19, totalizando 524.475 óbitos e 18.766.280 diagnósticos da doença, de acordo com o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.

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