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Notícias do Brasil
Notícias sobre política, economia e sociedade do Brasil. Entrevistas e análises de especialistas sobre assuntos que importam ao país.

Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 24 de junho

© REUTERS / Ueslei MarcelinoEx-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, durante cerimônia de lançamento do Plano Safra 2020/2021, 21 de junho de 2021
Ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, durante cerimônia de lançamento do Plano Safra 2020/2021, 21 de junho de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 24.06.2021
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Bom dia! A Sputnik Brasil está acompanhando as matérias mais relevantes desta quinta-feira (24), marcada pela nomeação do novo ministro do Meio Ambiente do Brasil, pela primeira sentença no caso da invasão do Capitólio e pelo protesto japonês devido às manobras militares russas ao sul das Ilhas Curilas.

Bolsonaro manda investigar suspeitas sobre compra da Covaxin

De acordo com informações da Secretaria Geral da Presidência nesta quarta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro ordenou que a Polícia Federal investigasse a declaração do deputado Luís Miranda (DEM-DF) que denunciou irregularidades na compra da vacina indiana Covaxin. Em 22 de junho, o deputado federal disse, em entrevista ao Estado de S. Paulo, ter alertado o presidente, bem como o então ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, sobre o alegado "esquema de corrupção pesado" envolvendo a aquisição da Covaxin. De acordo com documentos do Ministério das Relações Exteriores do país, o governo brasileiro comprou a vacina indiana Covaxin por um preço 1.000% superior ao estabelecido antes pela própria fabricante. O deputado deve depor na CPI da Covid na sexta-feira (25), onde prometeu apresentar os documentos comprovantes das irregularidades.

  • Entretanto, o Brasil confirmou mais 2.343 mortes e 114.139 casos de COVID-19, totalizando 507.240 óbitos e 18.170.778 diagnósticos da doença, informou o consórcio entre secretarias estaduais de saúde e veículos de imprensa.
© REUTERS / Pilar OlivaresMinistro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o lançamento da vacinação em massa como parte do projeto "Paquetá Vacinada", 20 de junho de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 24 de junho - Sputnik Brasil, 1920, 24.06.2021
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o lançamento da vacinação em massa como parte do projeto "Paquetá Vacinada", 20 de junho de 2021

Ricardo Salles vira 16º ministro a sair do governo Bolsonaro

Nesta quarta-feira (23), o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, pediu a demissão ao governo federal, virando o 16º ministro a sair do governo Jair Bolsonaro. "Apresentei ao presidente o meu pedido de exoneração, que foi atendido", disse o ex-ministro, de acordo com pedido de exoneração publicado no Diário Oficial da União. Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, o ex-ministro explicou sua decisão: "Na agenda nacional, precisa ter união forte de anseio e esforços, e que isso se faça de forma mais serena possível", cita o portal UOL. Em seu lugar entrou Joaquim Álvaro Pereira Leite. O novo ministro serviu por muitos anos como conselheiro da Sociedade Rural Brasileira e, desde setembro de 2020, exercia o cargo de secretário da Amazônia e Serviços Ambientais. No momento, o ministro cessante é alvo de inquérito por supostamente ter atrapalhado as investigações sobre apreensão de madeira, o que ele nega.

© REUTERS / Amanda PerobelliMinistro do Meio Ambiente Ricardo Salles ao lado do presidente Jair Bolsonaro após manifestação carreata, São Paulo, 12 de junho de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 24 de junho - Sputnik Brasil, 1920, 24.06.2021
Ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles ao lado do presidente Jair Bolsonaro após manifestação carreata, São Paulo, 12 de junho de 2021

EUA proíbem importações de material para painéis solares de empresas chinesas

Na quarta-feira (23), a administração Biden proibiu as importações do principal material para painéis solares da empresa Hoshine Silicon Industry Co, com sede na China, e de mais três companhias do gigante asiático, bem como da organização Corpo de Produção e Construção de Xinjiang (XPCC, na sigla em inglês). Fontes ligadas ao assunto comentaram à agência Reuters que o ban foi imposto devido às alegações de trabalho forçado. O Departamento do Comércio afirmou por sua vez que as companhias "têm estado implicadas em violações de direitos humanos e abusos na implementação da campanha chinesa de repressão, detenção arbitrária em massa, trabalho forçado e vigilância de alta tecnologia contra uigures, cazaques e outros membros de grupos minoritários muçulmanos" em Xinjiang. A região de Xinjiang é responsável por aproximadamente 45% das entregas mundiais de polissilício solar, de acordo com analistas da indústria. Uma das fontes afirmou que a medida está em concordância com os objetivos climáticos do presidente dos EUA Joe Biden e segue a linha de apoio à indústria solar doméstica.

© AFP 2021 / STREdifícios iluminados em comemoração do centenário do Partido Comunista da China em Wuhan, China, 23 de junho de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 24 de junho - Sputnik Brasil, 1920, 24.06.2021
Edifícios iluminados em comemoração do centenário do Partido Comunista da China em Wuhan, China, 23 de junho de 2021

Anunciada 1ª sentença em relação à invasão do Capitólio

Anna Morgan-Lloyd foi sentenciada a três anos de prisão, com suspensão condicional da pena, por participação da invasão do Capitólio em 6 de janeiro deste ano nos EUA. Ela virou assim a primeira pessoa sentenciada no caso, reportou a ABC News nesta quarta-feira (24). A mulher de 49 anos de idade, do estado de Indiana, admitiu a culpa de ter invadido o edifício do Capitólio. Além disso, ela também foi condenada a completar 40 horas de serviço comunitário e pagar US$ 500 (R$ 2.485). No mesmo dia, o diretor do Departamento Federal de Investigação, Christopher Wray, afirmou que mais de 500 pessoas foram presas em conexão ao ataque. Ele adicionou que milhares de outras investigações e sentenças mais severas ainda estão previstas. Em 6 de janeiro, um grupo de apoiadores do ex-presidente Donald Trump invadiu o edifício do Capitólio a fim de protestar contra os legisladores que certificaram a vitória de Biden na eleição presidencial.

© REUTERS / Stefani Reynolds/PoolO diretor do FBI (Departamento Federal de Investigação) Christopher Wray no Capitólio, 23 de junho de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 24 de junho - Sputnik Brasil, 1920, 24.06.2021
O diretor do FBI (Departamento Federal de Investigação) Christopher Wray no Capitólio, 23 de junho de 2021

Presidente do Equador passa por cirurgia bem-sucedida

Na quarta-feira (23), o presidente equatoriano Guillermo Lasso foi sujeito a cirurgia que terminou com sucesso, informou a Secretaria Geral da Comunicação do país. "Há poucos minutos, o presidente da República [do Equador], Guillermo Lasso, saiu da sala de cirurgia após uma intervenção cirúrgica de média complexidade e pouco invasiva na zona lombar. O processo decorreu de acordo com o planejado e terminou com êxito, sem qualquer complicação", de acordo com o comunicado. Por algum tempo, o chefe do Estado equatoriano permanecerá em observação médica. Está previsto que, com a cirurgia e a reabilitação física, o presidente melhore sua mobilidade. A cirurgia consistiu em eliminar um quisto na área lombar, provocado por uma má prática médica ocorrida alguns anos atrás. Ele deve voltar a exercer suas funções em 30 de junho. A operação de Lasso, de 65 anos, foi agendada antes de ele ser eleito presidente, em maio passado, por um problema de mobilidade em seu pé direito, que o obrigou a caminhar com a ajuda de bengala.

© AFP 2021 / Bolivar Barra / Presidência do Equador Presidente equatoriano, Guillermo Lasso, com um líder da comunidade indígena em Tamboloma, Equador, 26 de maio de 2021
Manhã com Sputnik Brasil: destaques desta quinta-feira, 24 de junho - Sputnik Brasil, 1920, 24.06.2021
Presidente equatoriano, Guillermo Lasso, com um líder da comunidade indígena em Tamboloma, Equador, 26 de maio de 2021

Japão envia protesto à Rússia por causa de exercício militar ao sul das Curilas

O Japão enviou uma nota de protesto à Rússia em relação ao exercício militar em grande escala na zona do mar do Japão (também conhecido como mar do Leste), ao sul das Ilhas Curilas, anunciou o secretário-geral do Gabinete do Japão, Katsunobu Kato, nesta quinta-feira (24). Ontem (23), a Rússia começou manobras militares envolvendo 10.000 soldados, mais de 500 unidades do material militar, 32 aviões e 12 navios da Frota do Pacífico. "Pretendemos seguir monitorizando as ações dos militares russos nos Territórios do Norte. Em 23 [de junho], foi apresentado um protesto por via diplomática sobre o fato de que a crescente presença militar russa nas ilhas, incluindo a realização de tais manobras, vai contra a posição do Japão", disse Kato em uma coletiva de imprensa. As relações entre Tóquio e Moscou não têm sido fáceis. A principal pedra de tropeço é a sua disputa sobre um grupo de quatro ilhas no Extremo Oriente russo - Iturup, Kunashir, Shikotan, e Habomai - referidas como as Curilas do Sul pela Rússia e que o Japão considera seus Territórios do Norte.

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