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CPI da Covid: governo brasileiro negociou Covaxin 3 vezes mais rápido que vacina da Pfizer

© AFP 2022 / Manjunath KiranHomem é inoculado com uma dose da vacina Covaxin contra o novo coronavírus na Índia (foto de arquivo)
Homem é inoculado com uma dose da vacina Covaxin contra o novo coronavírus na Índia (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 17.06.2021
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu recomendar a importação excepcional e temporária da vacina indiana Covaxin contra a COVID-19 em 4 de junho.

O governo de Jair Bolsonaro foi alertado diversas vezes sobre "dúvidas" em relação à eficácia, à segurança e ao preço da vacina indiana Covaxin contra a COVID-19, mostram telegramas diplomáticos enviados à CPI da Covid pelo Itamaraty, afirma o jornal Extra nesta quinta-feira (17).

Mesmo assim, o processo de aquisição do imunizante indiano foi o mais célere entre todas as vacinas conta o novo coronavírus, apontam documentos do Ministério da Saúde.

O processo de compra da vacina da Pfizer/BioNtech levou 330 dias, enquanto o período de negociação para a aquisição da Covaxin levou 97 dias. Nenhum outro acordo levou menos de 100 dias, aponta uma nota informativa da Saúde enviada à CPI da Covid.

© Altaf QadriO ministro da Saúde da Índia, Harsh Vardhan, é administrado com a vacina COVAXIN, desenvolvida pela empresa indiana Bharat Biotech, com sua esposa Nutan Goel sentada ao lado dele após receber sua injeção em um hospital privado em Nova Deli, Índia. Foto de arquivo
CPI da Covid: governo brasileiro negociou Covaxin 3 vezes mais rápido que vacina da Pfizer - Sputnik Brasil, 1920, 17.06.2021
O ministro da Saúde da Índia, Harsh Vardhan, é administrado com a vacina COVAXIN, desenvolvida pela empresa indiana Bharat Biotech, com sua esposa Nutan Goel sentada ao lado dele após receber sua injeção em um hospital privado em Nova Deli, Índia. Foto de arquivo

Anvisa recomenda importação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu recomendar a importação excepcional e temporária da vacina indiana no começo do mês.

A decisão vale para lotes específicos de imunizantes trazidos de fora, e não configura autorização de uso emergencial, ressaltou a agência. Após a liberação do órgão, o quantitativo autorizado foi de no máximo 1% para o público-alvo.

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