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Pompeo classifica de 'enorme fraqueza' recusa de Biden de realizar coletiva de imprensa com Putin

© AP Photo / Charlie NeibergallO ex-secretário de Estado Mike Pompeo fala no West Side Conservative Club em Urbandale, Iowa, em 26 de março de 2021
O ex-secretário de Estado Mike Pompeo fala no West Side Conservative Club em Urbandale, Iowa, em 26 de março de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 16.06.2021
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Recusa do presidente dos EUA em participar em uma coletiva de imprensa conjunta com o líder russo após a cúpula demonstra a "enorme fraqueza" do chefe da Casa Branca, afirmou ex-secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo.

Pompeo disse que a Rússia estará observando o comportamento do presidente norte-americano e poderá perceber seus pontos fracos.

"O fato de que você não está preparado para ficar a seis ou oito pés (1,8 m – 2,4 m) de seu adversário e contar ao mundo o que você falou, as coisas com as quais você se importa, e por que você se importa com elas, mostra uma enorme fraqueza", afirmou o ex-secretário de Estado ao canal Fox News.

Ele frisou também que Moscou "vai passar em um caminhão" por Biden e Putin vai provavelmente "ver até onde ele pode pressionar o presidente Biden".

© AFP 2021 / Denis BalibousePresidente da Rússia Vladimir Putin e presidente dos EUA Joe Biden durante reunião em Genebra
Pompeo classifica de 'enorme fraqueza' recusa de Biden de realizar coletiva de imprensa com Putin - Sputnik Brasil, 1920, 16.06.2021
Presidente da Rússia Vladimir Putin e presidente dos EUA Joe Biden durante reunião em Genebra

Neste domingo (13), Biden explicou que não queria realizar uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente russo Vladimir Putin porque não estava interessado em entrar em uma "competição" depois de debater questões sérias com seu homólogo.

"Esta não é uma competição sobre quem pode fazer melhor [figura] diante uma coletiva de imprensa ou tentar envergonhar um ao outro", afirmou ele no final da cúpula do G7.

O jornal New York Times escreveu, citando fontes da atual administração, que tal decisão se deve à impressão desfavorável que o ex-presidente americano Donald Trump deixou após a cúpula com o presidente russo em 2018 em Helsinque, na Finlândia.

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