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Moscou refuta 'acusações emocionais' de diretor do FBI sobre Rússia ser refúgio de hackers

© Sputnik / Natalia Seliverstova / Abrir o banco de imagensKremlin, Moscou (foto de arquivo)
Kremlin, Moscou (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 04.06.2021
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Recentemente, o presidente dos EUA, Joe Biden, prometeu analisar a ameaça representada pelos ataques de ransomware, depois de a subsidiária nos EUA da brasileira JBS e a Colonial Pipeline serem alvos de ataques de hackers.

Um grande número de todos os ataques de ransomware conhecidos pode ser rastreado até a Rússia, afirmou o diretor do FBI, Christopher Wray, nesta quinta-feira (3).

"Se o governo russo quer mostrar que está levando este assunto a sério, há muito espaço para eles demonstrarem algum progresso real que nós não estamos vendo agora", afirmou Wray, citado pelo jornal The Wall Street Journal.

O FBI está investigando em torno de 100 diferentes tipos de softwares maliciosos responsáveis por diversos ataques de ransomware.

De acordo com Wray, a escala dos crimes cibernéticos poderia ser comparada aos desafios encontrados pelos EUA na sequência dos ataques do 11 de setembro.

"Há muitas semelhanças, há muita importância, e muita atenção de nossa parte com relação ao distúrbio e à prevenção. Há uma responsabilidade compartilhada, não apenas pelas agências governamentais como pelo setor privado e até mesmo pelo americano comum", afirmou.

Resposta do Kremlin

O Kremlim refutou as acusações feitas pelo diretor do FBI, Christopher Wray, de que a Rússia seria um "refúgio de hackers".

"Nós refutamos tais acusações. Os hackers existem em qualquer país do mundo, há muitos hackers especialmente onde há tecnologias desenvolvidas. Nós temos uma área tecnológica muito forte, e nossos informáticos trabalham em todo o mundo, inclusive no Vale do Silício [na Califórnia] e no Reino Unido", declarou Dmitry Peskov, porta-voz do presidente russo.

"Declarações como essas são sobretudo emocionais, não têm relação com a situação real", concluiu Peskov.

Ataques de ransomware nos EUA

Recentemente, a JBS afirmou que tomou conhecimento em 30 de maio que foi "o alvo de um ataque organizado de segurança cibernética, afetando alguns dos servidores que suportam seus sistemas de tecnologia da informação norte-americanos e australianos".

O Colonial Pipeline, um dos maiores fornecedores de combustível dos EUA, que transporta cerca de 45% da gasolina para a costa leste do país, também foi alvo de um ataque de resgate em maio. Seu chefe executivo Joseph Blount admitiu mais tarde que a empresa acabou pagando cerca de US$ 4,4 milhões (aproximadamente R$ 22,36 milhões) em resgate a um grupo de hackers conhecido como DarkSide, que aparentemente foi o responsável pelo ataque.

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