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Relatório da ONU revela presença de drones 'caçadores' autônomos na Líbia

© Sputnik / Aleksei Danichev / Abrir o banco de imagensDrone (foto de arquivo)
Drone (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 29.05.2021
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Um relatório da ONU revelou que drones autônomos com explosivos poderiam ter "caçado" soldados fugitivos na Líbia no ano passado.

Caso as suspeitas se venham a confirmar, o relatório descreveria, então, o primeiro ataque armado de robôs a humanos no mundo.

De acordo com o relatório, em março de 2020, combatentes do Exército Nacional da Líbia, comandados pelo marechal Khalifa Haftar, estavam batendo retirada após um ataque falho em Trípoli, quando enfrentaram um enxame de terríveis oponentes aéreos.

Eles foram "caçados" por drones não tripulados, bem como "sistemas de armas letais autônomas" que, por sua vez, podem ser programados por controladores para procurar e atacar alvos, cumprindo tais instruções mesmo se as comunicações com os controladores forem interrompidas.

Não está claro se os drones estariam em contato com seus controladores humanos durante os ataques em causa, ou se foram diretamente responsáveis por quaisquer fatalidades.

© AP Photo / KHALIL MAZRAAWI / AFPO comandante do Exército Nacional da Líbia Khalifa Haftar
Relatório da ONU revela presença de drones 'caçadores' autônomos na Líbia - Sputnik Brasil, 1920, 29.05.2021
O comandante do Exército Nacional da Líbia Khalifa Haftar

Os drones mencionados no relatório, conhecidos como "munições vagantes", são veículos do tipo quadricóptero equipados com câmeras e carregando pequenos dispositivos explosivos. Deixados em uma determinada área para operar, eles identificam alvos e se lançam contra eles, explodindo com o impacto. Os dispositivos identificados na Líbia eram drones Kargu-2, implantados no campo de batalha líbio por forças turcas aliadas ao Governo do Acordo Nacional, apoiado pela ONU, e com base em Trípoli.

O relatório da ONU aponta ainda que a utilização deste armamento viola uma resolução do Conselho de Segurança da ONU de 2011, que proíbe os Estados-membros de se envolverem no "fornecimento direto ou indireto, venda ou transferência" de armas para a Líbia.
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