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Se reunindo em Pequim, China reafirma laço com Coreia do Norte diante da aliança EUA-Coreia do Sul

© AFP 2021 / Ed JonesBandeiras norte-coreanas e chinesas tremulam em Pyongyang em 19 de junho de 2019
Bandeiras norte-coreanas e chinesas tremulam em Pyongyang em 19 de junho de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 28.05.2021
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China reforça amizade tradicional com a Coreia do Norte, dias após possíveis novos desafios de segurança serem concebidos através da união EUA-Coreia do Sul, que permitiu a Seul aumentar seu arsenal de mísseis.

Na quinta-feira (28), o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, encontrou-se com o novo embaixador da Coreia do Norte na China, Ri Ryong Nam, em Pequim, onde reafirmou a posição da China de manter uma "comunicação estratégica de alto nível", de acordo com a agência chinesa Xinhuanet.

"A China está pronta para manter uma comunicação estratégica de alto nível com a Coreia do Norte, promover ativamente a cooperação pragmática em vários campos" disse Wang citado pela mídia.

A agência também noticia que as duas nações "fortalecerão a amizade tradicional e promoverão laços bilaterais", e que diálogos relativos à península coreana decorreram durante o encontro, com ambos os países "concordando em fortalecer a coordenação e a cooperação sobre esse tópico".

© Foto / Ministry of Foreign Affairs, the People's Republic of ChinaMinistro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, e novo embaixador da Coreia do Norte na China, Ri Ryong Nam, em Pequim, China, 27 de maio de 2021
Se reunindo em Pequim, China reafirma laço com Coreia do Norte diante da aliança EUA-Coreia do Sul - Sputnik Brasil, 1920, 28.05.2021
Ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, e novo embaixador da Coreia do Norte na China, Ri Ryong Nam, em Pequim, China, 27 de maio de 2021

A reunião acontece depois que o presidente dos EUA, Joe Biden, se encontrou com o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, na Casa Branca, como parte de seu esforço para construir uma frente unida com aliados contra ameaças à segurança representadas por países como a China e a Coreia do Norte.

Washington e Seul concordaram em encerrar as diretrizes de mísseis bilaterais que há muito restringem o desenvolvimento de mísseis na Coreia do Sul a menos de 800 quilômetros. O fim dessa diretriz coloca as principais cidades chinesas sob o alcance de mísseis sul-coreanos, e aumenta a capacidade de Seul de atacar Pyongyang, segundo a Bloomberg.

© AP Photo / Andy WongPoliciais chineses em formação na Praça Tiananmen antes da conferência comemorativa do 70º aniversário da entrada da China na Guerra da Coreia de 1950-53, no Grande Salão do Povo em Pequim, 23 de outubro de 2020
Se reunindo em Pequim, China reafirma laço com Coreia do Norte diante da aliança EUA-Coreia do Sul - Sputnik Brasil, 1920, 28.05.2021
Policiais chineses em formação na Praça Tiananmen antes da conferência comemorativa do 70º aniversário da entrada da China na Guerra da Coreia de 1950-53, no Grande Salão do Povo em Pequim, 23 de outubro de 2020

A China, que lutou em nome da Coreia do Norte durante a Guerra da Coreia de 1950 a 1953, foi o maior benfeitor do país norte-corenano por décadas. Pequim descreveu o relacionamento entre as duas nações como "lábios e dentes".

Até hoje, a a demanda chinesa é a parceira comercial e de segurança mais importante da Coreia do Norte, há anos fornecendo uma tábua de salvação que ajudou a manter a economia em dificuldades de seu vizinho à tona, segundo a mídia.

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